
Quando eu contatei Gaspare Di Caro, um pintor ítalo-francês, que reconhece o seu coração brasileiro, casado com Maria Cristina e pai da Anita, uma recém chegada ao planeta, ambas brasileiras, eles estavam indo para Cuba. Gas, como é chamado na forma coloquial, foi convidado pela Igreja cubana para fazer o trabalho de pintura elétrica, uma técnica lumino-cromática, durante três noites – de 25 a 27 de março, de 2012, e levar a beleza e a criatividade da sua pintura conceitual à Catedral de Havana. Os projetores foram colocados no Palacio de los Condes de Casa-Bayona. Segundo a imprensa local, “a
praça colonial foi agraciada com a visão do Papa, quando foram adicionadas nas luzes da noite, um design luxuoso que convidava o viajante a parar e contemplar”.
Em 2010, eu fiz a primeira entrevista com o artista, quando da sua exposição, numa das galerias do bairro Chelsea, em Manhattan, Nova York. Na saída, na portaria do prédio da galeria, Gas pegou o GPS e fez a medição do local onde eu estava parada, e colocou as informações na dedicatória de um catálago especial de suas obras. Ele escolheu e delimitou um espaço e o tornou sensível!
Gaspare Di Caro, como pintor de quadros, tem algumas das suas obras nos acervos das embaixadas brasileiras de Nova York e Londres. Adepto da Arte Conceitual, cujo o conceito é explicado neste parágrafo da sua apresentação on line: “Gas Di Caro é um artista-performer conceitual de raiz Fluxus, viajante sem fronteiras. Seu mindmark inspirativo é o espírito dos artistas da École de Nice e do Novo Realismo.
Em Nice, seu trabalho foi considerado como estando entre o de Arman e o de Yves Klein; entre o 'cheio' e o 'vazio'.
Como Yves Klein, sua matéria-prima é o espaço. Sua principal ferramenta, o GPS. Graças a ela, ele escolhe e delimita um espaço e o torna sensível. Ele transforma este espaço sensível num landmark de projeção para suas performances luminosas e em ponto totêmico para seus objetos, pinturas e fotografias. Seu campo de expressão é um território multidimensional, medido e mensurável. Seu movimento é o Locative Art.
Em Brasília, ele transpõe o perspectivismo filosófico para sua pintura , adotando o conceito da predominância do ponto de vista tornada visível por um ponto de GPS (Landmark) na forma arquitetônica, que é representada em uma dimensão”.
Na ocasião, ele já havia iluminado outros pontos históricos do mundo, como a Fontana di Trevi, em Roma; o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; a Embaixada da Itália e a Catedral de Brasília; a Villa Rothschild, em St. Jean Cap Ferrat; e muitos monumentos e prédios em Madri. E, em novembro de 2010, Gas mostrou muito entusiasmo pela luminografia no Museu Nacional da República, onde pintou a face de Oscar Niemeyer, o arquiteto de Brasília.
Na continuidade do seu trabalho, em 2011, Gas pintou com luz os seguintes locais: Igreja de São Francisco, Salvador, Bahia.
Catedral de Salvador, Bahia.
Faculdade de Medicina, Salvador, Bahia.
Virada Cultural, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.
Campanha Vota Catarata, Brasília e Curitiba.
Imagens do Lixo - Vik Muniz / Ministério do Meio Ambiente, Brasília.
Embaixada da Itália, 150 anos da unidade da Itália, Brasília.
Campanha Carinho de Verdade, Brasília.
Vigília contra Homofobia, Brasília.
Comemoração do 51º aniversário de Brasília. A Copa começa aqui, Brasília.
Catedral San Giovanni di Ragusa, Sicília, Ragusa.
Museu da República, Dia das Águas, Brasília.
Explicando sobre sua técnica, ele disse: “Eu uso uma câmara escura para projetar e entender a perspectiva dos objectos, monumentos e estátuas. A luz é para mim como um catalisador, que para outros artistas poderá ser água ou óleo. É por isso que eu me auto denomino como luminógrafo, uma neologia, isto porque, eu pinto e escrevo com a luz. O processo é muito simples e consiste em três etapas: a primeira é fazer uma visita ao local e escolher o edifício de referência, neste caso, ficou claro que seria a Catedral, a “tela” para criar, congratular e saudar a visita do Santo Padre a Cuba. No reconhecimento do local, eu determino onde colocar os projetores, e com a minha câmara escura eu calculo a perspectiva, para isto uso instrumentos ópticos adaptados a um GPS, que me permitem saber a exata latitude e longitude, com as quais poderei determinar o ponto exato de saída e chegada da luz.
A segunda etapa é o trabalho de criação, determinar a temática. Sempre uso as cores da minha terra natal, a Sicília: turquesa, verde, azul, vermelho, amarelo e laranja.
E a terceira é o trabalho artístico em si.
Nesta luminografia foram utilizados quatro projetores colocados em diferentes pontos à frente da fachada da Catedral.
A música também fez parte da proposta, porque eu gostei da idéia de ter um som que induzisse ao descanso, a contemplação, e alimentaria a imaginação do público; foi escolhido o canto gregoriano, o Messias, a obra mais conhecida de Georg Friedrich Handel”.
Sobre a composição criativa do tema, acrescentou: “Em uma das imagens há dois anjos, um em cada fachada da torre, em um manto azul com estrelas, que são detalhes da estátua da Virgem Maria, exibida na Catedral. A idéia surgiu a partir da primeira turnê pelo templo. Naquele dia, eu conheci uma operária cubana que trabalhava na restauração da estátua da santa. Eu a vi fazer um trabalho bonito, com alto profissionalismo. Então, em homenagem a ela e a todas as restauradoras, sem as quais, as obras de arte não perdurariam, eu dediquei esta composição. Pode-se dizer que esta luz em Havana, é também para aqueles restauradores que trabalham no fundo, sem os quais, os artistas não são nada. Por razões óbvias, também incluí a bandeira cubana, o Vaticano, a pomba da paz, e a imagem de Benedicto (o papa)”.
Com preocupação sobre a ecologia, Gaspare Di Caro falou: “Eu sou um italiano que vive no Brasil, eu morei em Foz de Iguaçu, das famosas cataratas, e onde foi construida a maior represa do mundo, em parceria com o Paraguay, país que faz fronteira, a Usina Hidrelétrica de Itaipu, reconhecida pela sua produção de energia limpa.
Lá existe o Parque Tecnológico Itaipu, uma colaboração com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura – OEI, que tem como meta construir projetos ambientais sustentáveis​​. Nós, da arte, mostramos o que pode ser feito com energia limpa, eficiência energética. Os projetores que usamos em nossas apresentações, foram desenvolvidos lá. Seu desempenho é ideal, uma vez, que apenas 200 mil watt são consumidos para produzir 60.000 lúmens (unidade de fluxo luminoso igual ao fluxo luminoso emitido). Estamos desenvolvendo outros projetores de tecnologia LED, que consumirão até menos!”
Perguntado se a sua arte era científica, respondeu: “Totalmente. É bom entender que no tempo dos nossos inspiradores, Caravaggio (1571-1610) e Giovanni Battista Tiepolo (1696-1770), a câmara escura e o sistema de lentes foram empregados como a ciência mais avançada de suas épocas. Agora, tentamos fazer o mesmo”.
Para conhecer mais do trabalho artístico lumino-cromático, que Gaspare Di Caro denomina de luminografia, pinturas onde os pincéis foram as luzes criativas do artista, veja o slide show desta página, imperdível!

A brasileira Ariela Vasserman, tem o título de Psy.D. - Doctor of Psychology -, e está completando seu pós-doutorado na Columbia University Medical Center – New York Presbyterian Hospital, onde também completou sua residência clínica.
Ariela é graduada pela New York University como um B.A. – Bachelor - em psicologia. Na contínua especialização da sua profissão, obteve seu doutorado na Ferkauf Graduate School of Psychology - Yeshiva University – também em Nova York.
Em 2011, se viu recompensada pelo empenho de maior aquisição de conhecimentos específicos à sua área clínica, quando recebeu o Jeffrey Sage Memorial Award for Excellence in Clinical Psychology - Prêmio Jeffrey Sage Memorial por Excelência em Psicologia Clínica.
A psicóloga Ariela Vasserman tem especialidade em vários segmentos da psiquiatria e psicologia. Sua experiência profissional deve-se também ao trabalho intenso em hospital psiquiátrico, que trata de pacientes com graves distúrbios alimentares, muito comum nos Estados Unidos, e conhecidos como: Bulimia Nervosa – após consumir o alimento, provoca-se a rejeição através do vômito ou da ingestão de laxativo; e Anorexia Nervosa – a excessiva perda de peso, causada pelo medo irracional de engordar.
Ainda na obtenção de maior prática, trabalhou como psicóloga em duas faculdades americanas: Marymount Manhattan College e Barnard College.
Em 2009, Ariela se especializou em neuropsicologia – as relações entre o cérebro e o comportamento humano -, quando estagiou na New York University Comprehensive Epilepsy Center. No início da sua carreira trabalhou no St. Luke’s Roosevelt Hospital, atendendo pacientes com vários tipos de psicoses: esquizofrenia, bipolaridade, etc…
Ariela continua tratando de vários transtornos e disturbios, e na sua lista de clientes inclui-se brasileiros e latino-americanos, que vivem o desafio da vida dupla, a compatibilidade entre as diferentes culturas, por exemplo: Brasil e EUA.
Ariela Vasserman trabalha em um consultório, onde utiliza a Terapia Comportamental Dialética (Dialectical Behavior Therapy – DBT), uma recente modalidade de psicoterapia, desenvolvida por Marcia Linehan, que tem componentes de psicoterapia individual e de grupo.
O tratamento foi criado para indivíduos com Transtornos de Personalidade Limítrofe – grave transtorno de personalidade caracterizado por desregulação emocional, raciocínio extremista e relações caóticas. Atualmente, esta terapia vem sendo utilizada com pessoas que procuram conciliar e resolver conflitos internos e externos.
Além deste trabalho, Ariela Vasserman, abriu seu próprio consultório no Upper West Side, com atendimento individual e para casais, que buscam se auto entender e melhorar a qualidade de vida - e relacionamentos. Seu trabalho utiliza teorias da psicanálise Freudiana – Sigmund Freud, Jungiana – Carl Jung, e Sullivaniana – Harry Stack Sullivan. O seu objetivo é lidar com uma abordagem centrada no paciente.
Jornal US: Ariela, o auto-descobrimento é importante em qualquer fase da vida?
Ariela Vasserman: O mais importante é o interesse e a motivação do indivíduo para começar ou re-começar um processo de auto-descobrimento. A psicoterapia é trabalhosa e requer bastante vontade e tolerância da parte do indivíduo. Isto tudo é independente de qualquer fase da vida.
JU: É possível lidar com o desconhecido que existe em nós de uma forma consciente?
AV: O ser humano muitas vezes tem a tendência de agir ou pensar automaticamente. Muitas vezes este conteúdo está fora do nosso consciente. A psicoterapia ajuda a retardar este processo automático para que o cliente possa entender ou enxergar “patterns” (padrões) que se encontram no inconsciente. Uma vez que o cliente tem o “insight” (percepção), ele tem a escolha de mudar - ou não.
JU: Quais as circunstâncias que levam as pessoas a procurar o apoio da terapia psicológica?
AV: São inúmeras as circunstâncias! Muitas pessoas procuram apoio em momentos de mudanças - positivas ou negativas. Crises, casamentos, divórcios, vícios, problemas de relacionamento, dificuldades financeiras, processos de adaptação, estas são apenas algumas. Muita gente procura ter o seu próprio espaço para compartilhar momentos íntimos sem ser julgado.
JU: A auto-sabotagem, a auto-destruição, a depressão, o complexo de inferioridade estão no mesmo “pacote”?
AV: Seria simples empacotar tudo, mas a mente humana é complexa demais. Sou da filosofia que procura entender o cliente, seu passado, seu comportamento e seus sintomas, antes de deduzir qualquer coisa e classificar tudo junto como uma só "síndrome."
JU: A psicologia atual está voltada somente para o aspecto científico?
AV: Sim e não. Os tratamentos comportamentais geralmente são baseados em anos de pesquisa. Porém, acredito que eles funcionam para sintomas específicos. A maior parte dos clientes vem com um quadro um pouco mais heterogêneo. Com as novas mudanças tecnológicas e a vontade do auto-descobrimento, sinto que a psicologia em Nova York, como no Brasil, está, mais uma vez, voltando para aspectos da psicanálise. Vejo nos meus clientes uma mistura de sede pela ciência junto com espiritualidade.
JU: E sobre a psicologia transpessoal?
AV: A psicologia transpessoal tem o foco em diversos estados de consciência.
Para atingir estes estados, vários psicólogos trabalham com hipnose, meditação, e relaxamento. Não pratico hipnose ou meditação durante minhas sessões, porém acredito profundamente na ligação entre mente e corpo. Qualquer forma que nos ajuda atingir o inconsciente, para mim, está valendo. No meu trabalho de Dialectical Behavioral Therapy (Terapia Comportamental Dialética) pratico junto com meus clientes o exercício de “Atenção Plena”. Este módulo é inspirado em práticas de meditação e nos ajuda a dirigir nossa atenção a todos os fenômenos que se manifestam nas nossas mentes e nos nossos ambientes.
JU: Qual é a sua linha de trabalho?
AV: Em primeiro lugar, foco bastante no relacionamento terapêutico, a minha relação com meus clientes e vice-versa. Trabalho atendendo indivíduos, casais e grupos. Minha linha teórica é baseada na psicoterapia psicodinâmica. Procuro entender e trazer à tona conflitos inconscientes dos meus clientes com a finalidade de ajudá-los a superar tais conflitos. Utilizo aspectos do presente de cada um e observo como estes vêm sido estruturados pelo passado. Dependendo dos sintomas e da gravidade dos problemas, utilizo técnicas comportamentais para complementar o tratamento.
Ariela Vasserman, Psy.D. - Psicóloga
Consultório:
Tel: (917) 539-7874
End: 20 West 86th Street, Suite 1D
New York, NY 10024.
email: ariela.vasserman@gmail.com
Divaldo Pereira Franco, mais conhecido por Divaldo Franco, é hoje um dos maiores nomes do espirítismo mundial. Autor de mais de 250 livros psicografados - ditados pelos Espíritos Superiores -, como Joanna de Ângelis, sua mentora espiritual, e Manoel Philomeno de Miranda, estes com muitos títulos. São 211 autores espirituais que trabalham com Divaldo, tais como, Victor Hugo, Amélia Rodrigues, Ignotus, Vianna de Carvalho, Carlos Torres Pastorino, Bezerra de Menezes, Rabindranath Tagore, João Cléofas, Eros e Simbá... que tiveram publicados 240 títulos, com 80 versões para 15 idiomas; totalizando mais de quatro milhões e quinhentos mil exemplares, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universal. Divaldo cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, onde recebeu o diploma de professor primário em 1943.
Nascido em Feira de Santana, Bahia, no dia 5 de maio de 1927, desde a infância diz comunicar-se com os espíritos. Ainda jovem, ficou traumatizado com a morte de seus dois irmãos mais velhos, e caiu enfermo, sendo conduzido a diversos especialistas da medicina alopática, sem conseguir qualquer resultado satisfatório. Através de Ana Ribeiro Borges, uma recém conhecida, foi levado à doutrina espírita, onde se viu libertado do trauma e encontrou entendimento para o fato ocorrido, e que refletiu beneficamente em toda a sua família. A partir daí, Divaldo dedicou-se seriamente ao estudo do Espiritísmo, e então foi aprimorando as suas faculdades mediúnicas
Em 1945 mudou-se para Salvador, a fim de trabalhar no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado – IPASE -, para onde fez concurso, e ingressou como escriturário, em 5 de dezembro do mesmo ano.
Em 7 de setembro de 1947, dois anos depois, já espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção. Ele conta que mesmo como funcionário público, vendia sorvete nas praias de Salvador, com a finalidade de arrecadar dinheiro para a sua obra.
Divaldo Franco, hoje, com 85 anos, é um importante orador e escritor espírita, com quase sessenta anos devotados à mediunidade, e mais de quarenta dedicados a cuidar dos meninos de rua de Salvador. Para os quais, fundou, em 15 de agosto de 1952, junto com Nilson de Souza Pereira, a casa de assistência Mansão do Caminho, responsável pela orientação e educação de mais de 33 mil crianças e adolescentes carentes. É conhecida no meio espírita, a extraordinária história sobre um espírito obsessor, que por mais de 30 anos, “perseguiu” o Divaldo, que o chamava de “máscara de ferro”, pelo fato deste obsessor não mostrar o seu rosto. Um dia, a campainha da Mansão do Caminho tocou a noite, quando a porta foi aberta, ali estava, em uma pequena caixa, uma menina recém-nascida, com formigas por todo o corpo. Um dos seus filhos adotivos, já adulto, disse que não poderiam manter aquela criança por não haver mais lugar. Divaldo se negou a não atender aquela pequena criatura doente, e colocou-a sob seus cuidados imediatamente. Neste momento, seu obsessor espiritual, “apareceu” dizendo: “ esta menina foi minha mãe em outra encarnação, eu não vou mais persegui-lo”.
Divaldo Franco começou a fazer palestras em 1947, difundindo a Doutrina Espírita e hoje apresenta uma histórica e recordista trajetória no Brasil e no exterior, sempre atraindo multidões, com sua palavra inspirada e esclarecedora, acerca de diferentes temas sobre os problemas humanos e espirituais. Viaja em média 230 dias por ano, realiza palestras e seminários nacionais e internacionais. Suas atividades estão acima de 11 mil conferências proferidas no Brasil e no exterior, e visitou mais de 62 países.
Nas Américas, esteve em 18 países, em mais de 119 cidades, onde realizou acima de 1.000 palestras, concedeu mais de 180 entrevistas para rádio e TV , estimando-se 113 emissoras, por três vezes falou na Voz da América, a maior cadeia de rádio do continente. Recebeu em torno de 50 homenagens de vários países, destacando-se o honorífico título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, concedido pela Universidade de Concórdia, de Montreal, no Canadá, em 1991. Também por três vezes palestrou na ONU, no departamento de Washington, e fez conferências em mais de 12 universidades do continente americano. No dia 6 de março de 2012, estará falando num dos prédios das Nações Unidas, para os centros espíritas de Nova York e adjacências.
Na Europa, esteve em além de 20 países, visitou mais de 80 cidades, onde realizou acima de 500 palestras, concedeu 50 entrevistas de rádio, e para 40 emissoras de televisão. Recebeu homenagens de vários países; fez conferência em cerca de 10 universidades européias e, por duas vezes, na ONU, no departamento de Viena.
Na África, esteve em mais de cinco países, em 25 cidades, realizou 150 palestras, concedeu mais de 12 entrevistas de rádio e TV, em 11 emissoras; e recebeu quatro homenagens.
Na Ásia, esteve em 5 países, em 10 cidades, realizando mais de 12 palestras.
Na península ibérica, se destacou pela assistência ao movimento espírita português e espanhol, durante a ditadura fascista de ambos os países.
Em 31 de agosto de 2000 participou, a convite da ONU, do Primeiro Encontro Mundial da Paz, uma reunião de cúpula, dos líderes religiosos de expressão internacional, para se discutir e formular proposta de paz. Suas palestras promovem o pacifismo, comparam a doutrina espírita com correntes filosóficas niilistas, hedonistas e orientais; estabelecem também pontos de convergência entre a doutrina espírita e a ciência, principalmente a psicologia. E incentivam a busca constante pelo autoconhecimento, fundamentadas em noções sobre psicologia e doutrina espírita.
Em 2006, estreou no website da Mansão do Caminho, http://www.mansaodocaminho.com.br/site/ o programa de entrevistas Encontro com Divaldo.
Divaldo Franco, sempre quis de cuidar de crianças. E por isso, educou mais de 600 filhos adotivos, hoje emancipados, a maioria com família constituída, profissionais no magistério, contabilidade, serviços administrativos e medicina, que deram-no 200 netos. Na década de 60, iniciou a construção de escolas-oficinas profissionalizantes, e de atendimento médico. Hoje a Mansão do Caminho é um admirável complexo educacional que atende 3.000 crianças e jovens carentes, na Rua Jaime Vieira Lima, 01 – Pau de Lima, um dos bairros periféricos mais carentes de Salvador; tem 83.000 m² e 43 edificações. A obra assistencial é basicamente mantida pela venda de livros mediúnicos e fitas gravadas nas palestras; para a qual cedeu em cartório, os direitos autorais de suas publicações impressa, visual e sonora.
Estes são alguns dos órgãos assistenciais administrados pelo Centro Espírita Caminho da Redenção:
- Mansão do Caminho (semi-internato para crianças e jovens carentes), fundado em 15 de agosto de 1952;
- A Manjedoura (creche para crianças carentes de 2 meses a 3 anos de idade) ;
- Escola Jesus Cristo (ensino fundamental), fundada em março de 1950;
- Escola Allan Kardec (ensino fundamental), fundada em 1965;
- Escola de Informática;
- Escola de Educação Infantil Alvorada Nova, fundada em fevereiro de 1971 com o nome de Esperança;
- Escola de Evangelização (ensino espírita para público infantil);
- Juventude Espírita Nina Arueira (evangelização e ensino espírita para o público jovem);
- Caravana Auta de Souza (auxilia idosos e pessoas inválidas portadoras de doenças irrecuperáveis e degenerativas);
- Casa de Assistência Lourdes Saad (distribuição diária de sopa e pão);
- Casa da Cordialidade (assiste a famílias carentes);
- Centro de Saúde J. Carneiro de Campos;
- Evangelização Nise Moacyr (evangelização de crianças);
- Grupo Lygia Banhos (esclarecimento e consolo a comunidades carentes);
- Livraria Espírita Alvorada (editora e gráfica).

O Concept Salon é um ponto onde celebridades novaiorquinas e visitantes do Brasil estão entre os seus constantes frequentadores. Na trajetória de sucesso do salão está o lançamento do conceito unisex, que abriu os serviços de corte de cabelo, tintura, entre outros, ao público masculino. No seu time de estilistas encontram-se os melhores profissionais especializados em todos os tipos de cabelos. Que afirmam a utilização dos melhores produtos, com os quais cuidam dos cabelos com o respeito necessário.
Em 1997, um talentoso “shampoo boy,” Helio de Sousa, foi estimulado pelo seu mestre e mentor a se profissionalizar na profissão de cabeleireiro. Estimulado, matriculou-se na Atlas School que oferecia curso com a duração de um ano, mas portador de um enorme talento, recebeu o seu certificado em muito menos do tempo. Desde então, passou a trabalhar como profissional! Em 1980, tornou-se sócio na abertura do Concept Salon, ainda em outro endereço. No ano de 1992, mudou-se para a atual localização, e continuou investindo no ((reconhecimento do excelente nível de serviços oferecidos, que o levou a ampliar e modernizar suas instalações)). Com a morte do sócio e mentor, ficou por muitos anos sózinho na direção dos negócios. Recentemente fez sociedade com o italiano Andrea Piccolo, que foi seu funcionário por 25 anos.
Helio diz: “Usamos os melhores produtos no mercado para coloração e tratamento de cabelos. Goldwell color, que tem a reputação de melhor qualidade entre os colorantes capilares está entre os nossos produtos.
Inoa color, da Loreal, traz nova tecnologia na tinta sem amônia, que delicadamente deposita cor, cobrindo os cabelos brancos, e mantém os cabelos saudáveis.
Usamos somente os “antifreezes” mais eficientes e saudáveis para os cabelos, escolhidos depois de elaborada pesquisa no mercado de produtos tão variados:
Copola, sem o componente químico formolhidrate, dá ao cabelo uma aparência natural, traz brilho, remove o “frizado”, sem retirar o volume que seja necessário ao cabelo.
Lacio, também sem formolhidrate, outro “antifreeze,” tem durabilidade de 2 meses, e pode se lavar o cabelo no mesmo dia da aplicação.
Nossos tratamentos são da linha japonesa, e de excelência por qualidade. Usamos ainda, Inphenom, Nigellehy, para citar alguns dos selecionados.”
Com muita satisfação Helio de Sousa complementa: “A nossa equipe é moderna e se orgulha de estar sempre pesquisando para trazer o melhor para o cliente! Sabemos quanto o "business" tem modificado no perfil de atendimento e, por isso, estamos sempre atualizando para oferecer o melhor à quem nos procurar.
Temos o melhor serviço pelo melhor preço, por exemplo: por uma “escova” (blow dry), cobramos entre 25 e 30 dólares.
Estamos localizados num excelente ponto e com fácil acesso: 1107 Second Avenue e 59 Street, tel: (212) 644-6366. Venha nos conhecer e acariciar seus cabelos!”

No dia 5 de janeiro, como abertura para a temporada de 2012, o Summer Stage – APAP Show Case, apresentará a cantora brasileira Bebel Gilberto, e Gregory Porter, cantor de jazz americano, que recebeu esta crítica do New York Times: “Gregory Porter has most of what you would want in a male jazz singer, and maybe a thing or two you didn’t know you wanted."
O show acontecerá no HIGHLINE Ballroom, na 431W 16 Street, com portas abertas as 18h, ( 6pm) e começando as 19h ( 7pm) - Tickets: $20
http://highlineballroom.com/bio.php?id=2230
Bebel Gilberto, iniciou a sua carreira artística por volta dos 5 anos de idade, no musical Pirlimpimpim, da TV Globo, com direção de Augusto Cesar Vannucci, criador da linha de shows daquela emissora. Para ela, filha do famoso João Gilberto, considerado o maior nome da bossa-nova, e da cantora Miúcha, irmã de Chico Buarque de Holanda, seguir a carreira artística era uma herança familiar. Aos 9 anos já havia se apresentado no Carnegie Hall com sua mãe e Stan Getz, e no musical Saltimbancos, novamente com sua mãe, e seu tio Chico Buarque.
Bebel, há muitos anos, vem trabalhando para ter o reconhecimento pelo seu próprio e incontestável talento. Filhos e filhas de celebridades têm a responsabilidade muito maior em manter a sua própria individualidade. Com certeza, ela conquistou isso!
Internacionalmente aclamada, foi indicada para o maior prêmio da música, o prestigiado Grammy Award.
Com o lançamento do CD Tanto Tempo em 2000, Bebel inventou a bossa eletrônica, que assumiu os clubes de todo o mundo, e Bebel se posicionou como uma das artistas mais vendidas no Brasil e nos EUA. Com seu segundo álbum, Bebel Gilberto, em 2004, ela refinou seu som para criar um estilo “lounge” acústico que apresentou seus pontos fortes como uma compositora brasileira.
Com o lançamento do CD Momento, em 2007, seu terceiro álbum em sete anos, ela fez uma fusão de ambos prévios trabalhos. Misturou um pouco do Rio 'Orchestra Imperial' junto com a banda de Nova Iorque Brazilian Girls, e seguiu a direção do produtor Inglês Guy Sigsworth (o parceiro de Madonna em What It Feels Like for a Girl", esse movimento reafirmou o caráter internacional da cantora Bebel Gilberto.
O CD All in One, foi lançado mundialmente em 29 de setembro de 2009, pela famosa gravadora de jazz americana Verve, e lançado no Brasil pela Universal Music. Neste trabalho Bebel teve uma super equipe de produtores, que incluiu: Mark Ronson (Amy Winehouse, Lily Allen), D. João (Dust Brothers, Beck), Daniel Jobim, Carlinhos Brown, Didi Gutman (Brazilian Girls) e Mario Caldato Jr (Beastie Boys, Bjork, Jack Johnson).
Desde o lançamento de Tanto Tempo, em 2000, ela já vendeu mais de 2,5 milhões de CD's e foi destaque em sete trilhas de filmes, tais como: Next Stop Wonderland, Bubble, Closer; em 2010, na trilha do filme Eat Pray Love; e também em sete séries para TV, entre elas, Sex and the City, Six Feet Under, Nip/Tuck ...).
Bebel Gilberto foi convidada pela rede de televisão americana - NBC - a se apresentar no Miss Universo 2011, que foi realizado em São Paulo, e transmitido para mais de 1 bilhão e meio de pessoas, em mais de 190 países. Quando cantou o seu hit Close Your Eyes, durante a parte de gala do evento.
A sua voz suave e rítmica traz enraizada toda a bagagem musical e talento que possue, envolvendo todos que a ouvem!

No dia 15 de dezembro, de 2011, das 18:30 (6:30 pm) até as 20:30 horas (8:30 pm), no The Bronx Museum of the Arts, o Consulado do Brasil de Nova York estará apoiando culturalmente o lançamento do livro “Brazilian Artists in New York Museums.”
O livro contém uma pesquisa concisa sobre a crescente presença de artistas brasileiros em Nova York desde o início do século XX, incluindo as suas obras nas coleções dos principais museus da cidade.
Este trabalho literário foi publicado pelo Ministério das Relações Exteriores, e conta com um ensaio de autoria de Sérgio Bessa, diretor da curadoria e programas educacionais do The Bronx Museum of the Arts. A introdução foi escrita por Paulo Venâncio Filho, curador, crítico e professor de teoria e história da arte, da Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro. A importância deste livro é significativa porque traz à luz o reconhecimento e respeito ao comprovado talento dos artistas, que poderão estar no anonimato para um grande público.
The Bronx Museum of the Arts, está localizado na 1040 Grand Concourse e 165th Street. Na necessidade do uso de transporte coletivo, pegue os trens B ou D, e salte na estação 167th Street – Bronx.

Joyce Cândido, uma jovem cantora, que mora em Nova York, produziu o seu primeiro CD com os próprios recursos financeiros. Ela é possuidora de uma voz clara, canta afinado, com um balanço genuinamente brasileiro. A sua presença de palco é marcante, dança com soltura e ritmo, envolvendo os presentes com o seu carisma musical.
Joyce agora é contratada do selo brasileiro Biscoito Fino! O seu primeiro CD pela gravadora carioca foi lançado no final de novembro, no tradicional Teatro Rival, com casa cheia. A Biscoito Fino tem em seu elenco musical, os mais famosos artistas brasileiros: Chico Buarque de Holanda, Maria Bethânia, Rosas Passos, Zélia Ducan, Vinícius Cantuária, Wagner Tiso, Jards Macalé, Olivia e Francis Hime, ela uma das donas da gravadora...somente para citar alguns!
Eu tive a oportunidade de vê-la cantando aqui em Nova York em diversas ocasiões, como também, estivemos recebendo o prêmio Press Award, de 2011, na mesma noite, em Fort Lauderdale. Ela foi considerada a artista revelação deste ano.
O Jornal US congratula Joyce Cândido pela conquista de tão importante contrato, pela seriedade, dedicação e empenho em obter o seu lugar entre os grandes da música popular brasileira!
Regras do Jogo de Joyce Cândido: Letra e Música para ouvir - Rádio UOL

FOR IMMEDIATE RELEASE
BEA-The Brazilian Endowment for the Arts com o apoio do Consulado Geral do Brazil em Nova York tem o prazer de anunciar a mostra:
ENTRE A LUZ e a SOMBRA -Aspéctos da Cultura Popular Brasileira
Quando: Abertura: Quinta-feria 17 de Novembro, 2011 -16 hs Palestra dos Artistas: 18:30hs
Onde: The Brazilian Endowment for the Arts - 240 East 52nd Street, New York, NY 10022
ENTRE A LUZ e a SOMBRA - Aspéctos da Cultura Popular Brasileira é uma mostra com uma pequena perspectiva da nossa cultura popular brasileira em três ângulos: o o paradóxo da vida do homem nordestino; a influencia das religiões afro-brasileiras pela variedade de altares; e, a complexidade do carnaval na nossa cultura.
Thomas Baccaro, brasileiro, o qual apresenta em seu trabalho fotografico um ponto distinto da vida rural do homem do Nordeste documentando sua vida diaria. Seu trabalho fotografico é influenciado por seu padrasto Mario Cravo Neto um dos imortais fotografos brasileiros.
Missão da BRAZILIAN ENDOWMENT FOR THE ARTS
Participe. Torne-se membro da Brazilian Endowment for the Arts.

Maylan Studart, a garota de Ipanema, aos 22 anos de idade, ocupa um lugar de destaque entre os jóquéis profissionais dos Estados Unidos.
Ela descobriu a sua paixão por cavalos ainda na infância. Em 2005, apresentáva-se em shows de saltos sobre barreiras mas, viu-se obrigada a cancelar seus treinamentos, por problemas financeiros em sua família. Nesta fase , a joqueta para se manter perto das atividades equestres, matriculou- se na escola preparatória de jóquéis no hipódromo da Gávea, Rio de Janeiro.
Dos 7 aos 11 anos, Maylan viveu na California e integrou-se rapidamente à cultura norte-americana. Ela lembra-se das dificuldades de readaptação à terra Brasilis depois de tantos ano na América, que agravou-se com os problemas de saúde do seu padrasto.
Entretanto, tudo isso não foi suficiente para tornar o sonho impossível! O gosto pelas corridas de cavalo ferviam em suas veias! Aquela menina precoce e determinada, aos 14 anos de idade, contatou um jornalista americano dedicado às corridas de cavalo, com quem manteve conversação via internet por um ano e meio! Isso foi o suficiente para a estrela brilhar!
O resultado de tamanha persistência já era esperado… ele a indicou ao treinador brasileiro J.J. Graci. E, Claro! Assinou o pedido para a sua transferência profissional, sendo o maior responsável pela a sua volta aos Estados Unidos.
Em novembro de 2010 Maylan Studart foi agraciada com comenda de Honra ao Mérito, “Cruz do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek” – a “Jóia de JK”, nas Nações Unidas. É considerada a mais distinta Condecoração da Sociedade Brasileira em Edição Especial -EUA, Homenagem Especial ao Emigrante Brasileiro.
Na continuidade uma entrevista exclusiva com Maylan Studart ao The Brasilians.
The Brasilians: Maylan Studart quantas corridas oficiais você já ganhou nos Estados Unidos? Aonde e quando?
Maylan Studart: Eu não conto! Mas, oficiais nos Estados Unidos creio que mais de 70! Ganhei corridas em Miami, Filadélfia e Nova York. Sem contar as corridas realizadas no Brasil, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.
TB: Hoje no Brasil quantas mulheres estão competindo como profissionais nas corridas de cavalo?
MS: Atualmente, tem uma menina a Marcela Martins. Somos da mesma escola de Aprendizes do Jockey Club da Gávea. Ela tornou-se minha fã! Deve estrear este mês!
Passamos pelas mesmas fazes de aprendizado. Estou muito feliz por ela! E, em São Paulo creio que há mais de 3 meninas?! Não tenho certeza…
TB: Como você conheceu o jornalista John DaSilva, que cobre as corridas de cavalo para o jornal New York Post, e qual foi a influência dele na sua vida?
MS: Conheci ele pela internet, conversando sobre as diferenças das corridas do Brasil e dos Estados Unidos. Foi através de John, que finalmente conseguí um agente de montarias, que me trouxe para a América para começar a montar. Por causa dele minha transferência para os Estados Unidos foi possível!
TB: Aonde você está morando agora, Brasil ou USA?
MS: Moro em Nova York, USA.
TB: Historicamente, as mulheres tiverem que lutar muito por um espaço em jogos e corridas. Ainda, há resistência no meio equestre por você ser mulher?
MS: Sim. Ainda há resistência! As mulheres apenas conseguiram direitos iguais muito recentemente na história. E, até hoje é difícil um homem aceitar perder para uma mulher… No meio equestre ainda acham que as mulheres são mais fracas que os homens.
O que é um pensamento de cabeça fechada. Não preciso ser mais forte que ninguém se faço o trabalho melhor… Não é questão de força física e sim de talento e técnica para obter sucesso!
TB: Quais foram as dificuldades iniciais? Você curtiu a fase de doublê para as cenas de montaria das novelas?
MS: Dificuldade de ser aceita por ser de classe média. Normalmente, os jóquéis no Brasil vem do interior ou, de prévias de jóquéis ou, de treinadores ou, de família. Não venho de uma família tradicional de corridas de cavalo. Sou mulher e de Ipanema! Isto é difícil de aceitar, um “outsider”. Mas, graças a D-us passei por todos os obstáculos.
Agora… foi muito legal trabalhar como dublê, até sinto falta ás vezes! Trabalhei com Impacto Dublês para a Rede Globo em 1 minisérie e 2 novelas, se me lembro bem… Mas, eu amo montar os cavalos e tive que seguir com meu sonho…
TB: Qual é o seu objetivo na carreira?
MS: Ganhar muuuuuitas corridas e ser respeitada no ramo. Quero que o país inteiro saiba quem Maylan Studart é! Com bastante trabalho e prática eu chegarei lá. Eu tenho que pagar minhas dívidas!
TB: Quem é Maylan Studart?
MS: Uma menina brasileira, judia de Ipanema que tem um sonho de ser joqueta. Ela segue seu coração e com ajuda de D-us ela chegará ao topo!




