O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), disse nesta sexta-feira ver com preocupação o movimento de emigração para os Estados Unidos. "Essa é uma preocupação que obviamente todos nós temos. Temos uma quantidade muito grande de mineiros não só aqui, mas também na região de
Segundo ele, essa questão precisa ser tratada no âmbito do governo federal na área diplomática. "Nos últimos anos, nós repatriamos um número expressivo de mineiros, recebemos em Minas Gerais aqueles que estavam inclusive presos aqui nos Estados Unidos. Obviamente, é uma questão a ser tratada pelo governo federal na área diplomática."
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Maioridade penal
Ele criticou a decisão do CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, que reduziu de 18 anos para 16 anos a maioridade penal. "Na minha avaliação, o que deveria haver é a possibilidade de que o jovem infrator ficasse não apenas 3 anos
Fonte: folhaonline.com.br
WASHINGTON - A população de origem latina ou hispânica nos Estados Unidos é a que mais cresce entre os católicos do país, revelou nesta quarta-feira um estudo feito pelo Pew Hispanic Center.
"Cerca de um terço de todos os católicos dos Estados Unidos agora é de latinos, e o estudo projeta que a parte que corresponde aos latinos (neste percentual) continua crescendo há décadas", diz a nota que acompanha a divulgação do estudo.
A pesquisa prevê que este fenômeno trará "importantes mudanças" na maior instituição religiosa dos Estados Unidos.
Entre outras mudanças, o estudo aponta a preferência dos latinos pelas missas ou cultos em espanhol, sendo esta sua língua natal, ou em inglês para os nascidos em solo americano.
"Isto sugere que o fenômeno não é simplesmente um produto da imigração ou da linguagem, mas incorpora uma maior e mais duradoura forma de identificação étnica", destacou o Pew.
A parte central do estudo, segundo a instituição, é composta de uma consulta telefônica com uma amostragem representativa dos hispânicos do país, que incluiu 4.016 latinos adultos, entrevistados entre 10 de agosto e 4 de outubro de 2006.
Fonte: Yahoo!Noticias
Timberê Villas Boas, 34 anos, preferiu o voto útil para evitar que a esquerda ficasse novamente de fora do segundo turno, como aconteceu em 2002. Sua escolha original recairia sobre Olivier Besancenot ou José Bové, dois dos representantes mais à esquerda no espectro político francês, mas acabou optando pela candidata socialista para evitar um novo fracasso da corrente.
"Ja imaginou nossos netos ouvirem que Sarkosy ou Le Pen foram presidentes da França? Penso que a Ségolène será ótima presidente, e ainda mais por estar muito bem acompanhada pelos demais socialistas e que farão parte do seu governo", disse o motorista paulista de 34 anos. Casado com uma francesa, Villas Boas votou pela primeira vez em uma eleição francesa neste domingo. Ele considera que o país tem se distanciado cada vez mais das políticas sociais que um dia as tornaram o berço dos direitos humanos - na França, chamados de direitos do homem.
Motivação semelhante teve o mineiro Daniel Bredel, 26 anos, que manifestou seu direito em Belo Horizonte, também pela primeira vez. Bredel planeja estudar em Rouen, na França, até o final do ano. Ciente que a comunista Marie-George Buffet não chegaria o segundo turno, optou pela socialista.
"O Sarkozy é o pior de todos, ele defende políticas liberais, ignora os direitos das pessoas, reage de maneira truculenta às manifestações. Aqui no Brasil os liberais já fizeram estragos, mas se acontece algo semelhante na França será muito triste e provavelmente servirá de exemplo para os governantes daqui", analisou.
Já a agente de viagens Ana Paula Delerue, 28 anos, deposita confiança em Ségolène porque, além de considerar todos os demais candidatos "horríveis", acredita que uma mulher na presidência poderá desenvolver uma administração mais humana e bem organizada.
"Não sou muito chegada em política, mas o Sarkozy, com aquela expressão de raiva o tempo todo, chega a me dar medo. Eu gostaria muito de ver a França governada por uma mulher, e a Ségolène me inspira muita confiança", afirmou Ana, casada há quatro anos com um francês e residente em Paris há seis.
Na contramão vai o engenheiro eletrônico Michel Gardes, 27 anos, morador da cidade de Saint Maur des Fosses há seis anos. O brasileiro já havia votado pela adoção da Constituição européia em 2006, e hoje escolheu Sarkozy para a presidência.
"Apesar de não estar de acordo com todas as suas idéias, acho que é o único que tem realmente consciência das dificuldades econômicas pelas quais a França está passando e é o único a propor soluções concretas, que elas agradem ou não à maioria. A economia da França precisa de um impulso para tornar-se mais dinâmica, e não vejo proposições coerentes nesse sentido, sobretudo nos partidos de esquerda", observou o engenheiro.
Na lista de discussões pela internet da Associação dos Pesquisadores e Estudantes Brasileiros na França, as polêmicas sobre a eleição não foram poucas durante os meses de campanha, mas os defensores do candidato líder das pesquisas eram raros. As maiores críticas se referem às políticas de imigração anunciadas pelo ex-ministro do Interior caso eleito à presidência.
Lembrança da ditadura influencia voto A cientista política Tatiana Coutto destaca que a proposta de Sarkozy de criar um ministério da Identidade Nacional pode trazer aos brasileiros lembranças da ditadura militar no Brasil. Esse fator, unido à condição de serem estrangeiros no país, pode ser determinante.
"Não acho que exista algo como voto dos franco-brasileiros". Franco-brasileiros com mais anos de escolaridade são menos sensíveis a discursos inflamados e frases de efeito. Tendem a votar Ségoléne. Não exatamente porque ela é excelente candidata, mas porque não querem ter nem Sarkozy nem Le Pen como presidente".
Fonte: terra.com.br
Em entrevista à Rádio Criciúma, Fabiano Brígido, que diariamente dava carona até o trabalho ao içarense Paulo Sérgio da Costa, 30 anos, que faleceu no último dia 9 de abril, conta como foi o acidente e como tem enfrentado estes últimos dias.

Fabiano está há seis anos e meio nos EUA, mas conhecia Paulo de longa data, eram amigos de infância, do bairro Jaqueline, em Içara, juntamente com o também içarense Márcio Cardoso, com quem Paulo morava na cidade de Revere, na região de Boston. Paulo estava lá há dois anos, mas morava na Filadélfia (
Márcio também trabalhava com Paulo e com Fabiano, mas havia mudado à pouco tempo de empresa.
Fabiano conta que eles estavam trabalhando na construção de um condomínio, em Revere, e que Paulo estava preparando tijolos debaixo de uma lona, sob um andaime, de onde, ao sair de costas, puxando um carrinho de mão, foi atropelado por uma máquina Bob Cat. Um pneu atingiu sua perna e o arrastou para debaixo da máquina. Paulo gritou de dor, chamando a atenção dos outros trabalhadores. Imediatamente seus colegas começaram a gritar para o operador da Bobcat, que até então não sabia o que estava acontecendo, pois não tinha visão do homem que estava com parte do corpo sob a máquina. O desespero era geral, com as pessoas tentando fazer com que o operador entendesse a situação. E, com o barulho da obra e da própria máquina, o operador, confuso com os gritos e com as pessoas balançando o veículo, acabou cometendo o erro fatal de movimentar o pequeno trator para o lado errado, passando novamente sobre o corpo de Paulo. Fabiano chegou a segurá-lo, antes de ser levado para o General Hospital de Boston, provavelmente já sem vida, pois seu corpo estava bastante machucado, com esmagaduras em várias partes.
Fabiano, desde aquele dia, tem se dedicado a levantar recursos para o translado do corpo do amigo para o Brasil, que saiu num vôo às 16h de quarta-feira (18), mas ele ainda continua pedindo apoio à comunidade brasileira, juntamente com o amigo Márcio. Muitos tem ajudado, mas ainda não é o suficiente para cobrir todos os gastos. A esperança é de que o dinheiro do seguro não demore a vir.
"Paulo era como um irmão para mim. Eu até beijava seu o rosto de vez em quando, de brincadeira e ele, também brincando, dizia que isso era coisa de gay. Até agora não dá para acreditar que ele morreu, parece que não é verdade", disse Fabiano.
Até para ter acesso à informações no hospital, sobre o estado do amigo, ele teve que dizer que era irmão de Paulo, "senão eles não informavam nada", contou.
Paulo teve que vender sua fabriqueta de esquadrias de alumínio em Içara, para juntar dinheiro para ir para os EUA, e mesmo assim foi deixando dívidas. Ele experimentou a árdua aventura de passar pela fronteira do México, para depois trabalhar ilegalmente num pais estranho. Seu objetivo era fazer um pé-de-meia e voltar para casa no final do ano para tocar seu negócio com um melhor capital, disse o amigo. A despesa da viagem, só agora, recentemente, estava terminando de pagar.
A chegada do corpo está sendo aguardada para ser velado amanhã (21) pela manhã, no centro comunitário do bairro Jaqueline. O sepultamento será no Cemitério Municipal de Içara, logo em seguida.
O homem que saiu em busca de uma vida melhor para sua família, deixou esposa e um filho de 9 anos.
Ao Fabiano ainda perguntamos sobre quando ele pretende voltar ao Brasil, e, com a voz carregada de emoção, disse "isso é a coisa que eu mais quero na vida". Esta é uma frase recorrente entre muitos imigrantes, que ainda precisam de mais tempo nos EUA juntando dólares para poderem estabilizar financeiramente suas vidas quando retornarem à sua pátria.
O Estado da Virgínia está hoje de
luto em memória das 32 víctimas do ataque armado de segunda-feira na
universidade de tecnologia de
Ao meio-dia, os sinos lembraram o pior
incidente do género ocorrido nos Estados Unidos da América, evocando também o
oitavo aniversário de outro massacre similar, no liceu de Colombine, que
provocou 13 mortos.
Também o Senado se juntou ao
minuto de silêncio ao meio-dia, hora local.
Uma comissão de investigação foi
entretanto criada para responder às questões em aberto sobre as motivações e
liberdade de movimentos do assassino, que se suicidou após o
crime.
Cho Seung-Hui de 23 anos,
conhecido pelos serviços de polícia e de saúde mental, pôde comprar sem qualquer
impedimento as armas utilizadas no ataque, movimentando-se durante duas horas
entre os dois locais do crime sem ser incomodado.
O estudante de origem sul-coreana,
dedicou a acção aos atacantes de Colombine que qualificou de
"mártires".
Fonte: euronews.net
Alguns consideram até a hipótese de se mudar para outro país europeu,
“O pessoal está com medo do Sarkozy e acha que ele vai mandar todo mundo embora. Temos medo de que ele mande vigiar os locais onde os brasileiros costumam se reunir e mande prender todo mundo”, diz A., 45 anos, que trabalha em
Não existe um levantamento oficial sobre o número de brasileiros em situação irregular na França.
Entrada mais difícil
Segundo um representante do governo brasileiro, que prefere não se identificar, “os imigrantes brasileiros em situação irregular na França têm razão de ter receio de que o Sarkozy vença as eleições presidenciais".
"A ação repressiva do ex-ministro do Interior contra a imigração ilegal e o número de expulsões de clandestinos devem aumentar ainda mais se ele for eleito”, diz o representante do governo brasileiro.
Sarkozy tornou mais difícil a entrada de estrangeiros que desejam viver na França, realizando uma reforma na lei de imigração que ficou conhecida como “imigração escolhida” e não “sofrida” pela França.
A lei privilegia a entrada de estrangeiros com bom nível de estudos e qualificação profissional, além de exigir garantias salariais para que o imigrante possa trazer sua família ao país, entre outras medidas mais rigorosas.
Ele também estabeleceu, durante os cinco anos em que foi ministro do Interior, metas de expulsões de ilegais mais elevadas a cada ano. Só em 2.006, 25 mil imigrantes em situação irregular foram expulsos da França.
Mudança de país
“
Muitos desses clandestinos brasileiros praticamente não falam francês, mas estão bem a par das medidas tomadas por Sarkozy e também de suas declarações repressivas em relação à imigração ilegal nesta campanha presidencial.
Sarkozy declarou, por exemplo, que a França “está exasperada com a imigração descontrolada”.
“Acredito que a tendência, caso Sarkozy seja eleito, será de um maior controle policial e de maior repressão na luta contra a imigração ilegal. Ele vai querer mostrar que cumpre o que promete”, afirma Pedro Viana, diretor da revista francesa “Migrações e Sociedade”.
Fonte: BBCBrasil.com
O estudante da Universidade Politécnica de Virginia que provocou um massacre ontem no campus era um imigrante sul-coreano que estava nos Estados Unidos desde 1992 e tinha o "green card", um visto permanente de residência, disseram
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Arquivos de imigração mantidos pelo Departamento de Segurança Interna mostram que Cho nasceu na Coréia do Sul em 18 de janeiro de 1984 e entrou nos EUA, por Detroit, em 2 de setembro de 1992. Ele renovou seu green card pela última vez em 27 de outubro de 2003. Como residente permanente dos EUA, ele tinha o direito legal de comprar um arma, que só é cancelado se a pessoa é condenada por qualquer ato criminoso, disseram autoridades da imigração.
A situação do casal Sônia e Estevam Hernandes piorou um pouco mais. Ontem, a Justiça Federal aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra os fundadores da Igreja Renascer em Cristo, presos no aeroporto de Miami carregando US$ 56,5 mil escondidos na bagagem, inclusive em uma Bíblia.
Sonia e Estevam Hernandes agora também serão processados por sonegação do Imposto de Renda (IR), do Programa de Integração Social (PIS) e de contribuições sociais da empresa RGC Produções Ltda.
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Na denúncia, assinada pelo procurador da República, Paulo Taubemblatt, o casal é apontado
“Isso é mais um elemento que comprova tudo aquilo que o Ministério Público Estadual já vinha dizendo à Justiça do Estado de São Paulo”, comenta o promotor Arthur Lemos, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). O promotor diz que a notícia não surpreende e espera outras denúncias. “Aos poucos vai se fechando o cerco sobre a atuação do casal”, diz.
De acordo com a denúncia, a sonegação de impostos teria ocorrido em 1998. Os dados que embasam a ação vêm de um procedimento administrativo fiscal da Receita Federal iniciado em 2002.
Fonte: ultimosegundo.com.br
O tiroteio ocorrido nesta
segunda-feira na universidade Virginia Tech é considerado um dos mais violentos
da história
Pelo menos 33 pessoas morreram na
tragédia, entre elas o autor dos disparos. Ele abriu fogo primeiro em um
dormitório da universidade às 7h15 do horário local, matando duas pessoas, e,
duas horas mais tarde, outras 30, numa sala de aula situada do outro lado do
campus universitário.
Após o tiroteio, o autor dos disparos teria
se suicidado. Ainda não se sabe se ele era um dos estudantes da universidade.
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O tiroteio excede o número de 15
mortos na escola secundária de Columbine, na cidade de
Ainda que o incidente desta
segunda-feira tenha sido o mais grave tiroteio em um local de ensino, um
massacre ocorrido em 1927, no Estado do Michigan, matou um número ainda maior de
estudantes, quando um homem explodiu um colégio na cidade de Bath, matando 38
crianças e sete professores e ferindo outras 61 pessoas.
Histórico
O último incidente com armas de
fogo a causar comoção nos Estados Unidos ocorreu em outubro do ano passado,
quando um atirador entrou em uma escola da comunidade religiosa amish, no Estado
da Pensilvânia, e matou cinco meninas, antes de cometer
suicídio.
Um mês antes da tragédia, em
setembro, foram registrados mais de um incidente com armas de fogo em locais de
ensino americanos. Em setembro, um atirador no
Em 2005, foram dois incidentes. Um
deles em novembro, no
Já houve casos de tiroteios
cometidos até mesmo por pré-adolescentes e crianças. Em março de 1998 dois
meninos de 11 e 13 anos mataram quatro meninas e um professor no
O próprio Estado da Virginia já
havia sido palco de outro tiroteio, em 1998, quando dois adultos foram foram
feridos pelos disparos feitos por um aluno em uma escola secundária
local.
Fonte: folhaonline.com.br
Os alunos da Universidade Virginia Tech nos EUA foram surpreendidos por um severo tiroteio no campus na manha desta segunda. O estudante da Universidade Virgínia Tech, Jose Cirato, nascido em
Jamal Albarghouti contou à rede CNN que só percebeu que algo estava acontecendo com a chegada dos policiais. "Eu não sabia de nada do tiroteio que tinha acontecido no edifício Ambler Johnson. Quando vi as armas achei que fosse mais uma ameaça de bomba. Então eu comecei a ouvir disparos. E vi os policiais no edifício Norris Hall usando uma espécie de bomba para estourar a porta. Tinha uma pessoa no segundo andar tentando falar com os policiais e tentando dar instruções sobre

Já Kristen Heiser estava na sala de aula quando viu a chegada dos policiais. "Estávamos tendo aula
Para Matt Waldron o incidente foi mais assustador. "Eu estava no campus quando vi as viaturas chegando. Eles isolaram tudo e nos levaram para um prédio. Tivemos que ficar lá por uns 15 minutos. Duas pessoas surtaram e resolveram pular da janela do primeiro andar. Um garoto quebrou o tornozelo e uma garota ficou caída no gramado. Os policiais então voltaram e mandaram que a gente saísse. Nós corremos para longe o mais rápido que pudemos. Foi bem apavorante."
Fonte: terra.com.br
