Uma mulher morreu em conseqüencia das altas temperaturas registradas na cidade mexicana de Mexicali, na fronteira com os Estados Unidos, subindo para cinco o número de mortos pelo calor.
O delegado regional do Instituto Nacional de Migração, Francisco Reynoso, informou à imprensa que ontem foi encontrado o corpo de uma imigrante, de cerca de 40 anos, perto das fronteira com os EUA.

A mulher morreu em conseqüência das elevadas temperaturas registradas nos últimos dias e particularmente no deserto, que já ultrapassaram os 50 graus centígrados, por onde cruzam os imigrantes.
O funcionário explicou que o Instituto Nacional de Migração pôs em prática uma operação de apoio e informação às pessoas que pretendem cruzar a fronteira sobre os riscos que correm pelas altas temperaturas.
Em dias anteriores, as autoridades informaram que quatro pessoas morreram entr os dias 2 e 15 de julhos pela onda de calor em Mexicali.
Fonte: pernambuco.com
"Estamos no início de agosto e faz muito calor na fronteira", disse o deputado democrata Raul Grijalva, do Arizona.
"A conseqüente crise humanitária que implicam essas altas temperaturas exige uma ação rápida por parte dos legisladores republicanos em relação à imigração", ressaltou.
Fonte: jornaldamidia.com.br
Dois legisladores republicanos, preocupados com a divisão no Congresso dos Estados Unidos pela reforma das leis sobre imigração, promovem a partir de hoje um projeto de lei que inclui um visto temporário de "Bom Vizinho" e a "auto-deportação" dos imigrantes ilegais para que o solicitem.
A medida, já criticada pela oposição democrata, foi apresentada como uma alternativa política para acabar com os obstáculos entre as versões da reforma imigratória que ambas as Câmaras do Congresso aprovaram e cuja harmonização está em ponto morto.
A senadora Kay Bailey-Hutchison e o deputado Mike Pence afirmaram em entrevista coletiva que o projeto enfatiza a segurança na fronteira, resolve o problema dos 12 milhões de imigrantes ilegais nos EUA e oferece vistos temporários sem uma "anistia".


O programa de vistos temporários "Bom Vizinho" seria posto em prática dois anos depois da promulgação da lei e uma vez que o Executivo explique ao Congresso as medidas que tomou para corrigir falhas no sistema de contenção de imigrantes nas fronteiras.
"Nossa proposta oferece uma reforma integral no setor de imigração", destacou Hutchison.
Eles explicaram que a medida beneficiaria inicialmente apenas os imigrantes dos países que firmaram o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) - México e Canadá - e os do acordo assinado com a América Central e a República Dominicana, que teriam de retornar às nações de origem e solicitar de lá seus vistos.
"Esperamos ampliar os benefícios a outros países da América Latina que tenham boas relações com os EUA", mas somente se os legisladores conseguirem demonstrar que o projeto de lei funciona, afirmou.
Pence disse acreditar que a medida ganhará simpatia e conseguirá destravar este ano a reforma da imigração no Congresso.
"Quero deixar claro que isto não é uma via automática em direção à cidadania, mas também não impõe barreiras para que o povo não possa solicitar" a entrada legal nos EUA, disse Pence à Efe ao término da entrevista coletiva.
O visto concedido por meio do programa "Bom Vizinho" seria renovável por um período de até 12 anos, após o qual os estrangeiros poderiam solicitar outro tipo de visto por outros cinco anos. Depois desta fase, poderiam pedir a residência permanente no país.
O projeto também estipula um aumento do número de agentes e inspetores de imigração e alfândega, a ampliação dos centros de detenção e um maior uso de tecnologia militar.
O entusiasmo de Hutchison e Pence contrasta com a aparente falta de vontade existente no Congresso para aprovar uma reforma de imigração ainda neste ano, como pediu a Casa Branca.
Em dezembro, a Câmara de Representantes (Baixa) aprovou uma proposta que, entre outras coisas, considera os imigrantes ilegais delinqüentes e pune quem os contratar ou os ajudar.
A versão
Washington - Desde o início da operação de tropas americanas na fronteira entre EUA e México, a detenção de imigrantes ilegais diminuiu 45% e foi evitada a entrada de terroristas, informou a Guarda Nacional e a Patrulha Fronteiriça.
Durante uma entrevista coletiva, o chefe nacional da Patrulha Fronteiriça, David Aguilar, e o líder da Guarda Nacional, o tenente-general Steven Blum, disseram na última terça-feira que agora há 4.589 soldados na fronteira e que até o dia primeiro de agosto haverá cerca de 6.000.

Aguilar desmentiu as afirmações de que supostos terroristas entraram nos Estados Unidos pela fronteira mexicana.
Com base em dados do serviço de inteligência, "o que posso dizer é que houve a tentativa de explorar a possibilidade de entrar pelo México, mas é necessário reconhecer que o México trabalha para evitar que isso aconteça", declarou o chefe da Patrulha Fronteiriça.
Perguntado pela Efe se o Governo dos EUA tem provas de que supostos terroristas cruzaram a fronteira do México, Aguilar respondeu categoricamente que "não aconteceu".
Em declarações à emissora "Fox", o presidente da Câmara de Representantes dos EUA, o republicano Dennis Hastert, disse na sexta-feira que "alguns" dos 19 terroristas envolvidos nos atentados de 2001 cruzaram a fronteira do sudoeste.
"Os terroristas vão entrar no país da forma que for possível.
Caso consigamos pará-los nos aeroportos, bloqueá-los no mar, então cruzarão a fronteira seja pelo norte ou pelo sul", afirmou Hastert, que recentemente fez uma viagem por Juma, no estado do Arizona, que faz fronteira com o México.
De acordo com as autoridades dos EUA, desde que foi anunciada a operação da Guarda Nacional, no dia 15 de maio, diminuiu em 45% o número de imigrantes clandestinos presos por causa do efeito dissuasório da presença militar na fronteira.
Já o tenente-general Blum disse que o objetivo da Guarda Nacional nos próximos dois anos é apoiar os agentes da Patrulha Fronteiriça em sua missão de vigiar e prender imigrantes ilegais.
"Não estamos invadindo o México, não estamos defendendo os EUA de uma invasão mexicana. Não estamos fechando a fronteira nem a militarizando", declarou o chefe da Guarda Nacional.
Blum destacou a "boa cooperação" de duas décadas entre as autoridades dos EUA e do México para tentar interromper a passagem de criminosos pela fronteira.
Além disso, Aguilar afirmou que logo que a Guarda Nacional sair não haverá "o vácuo" que, por falta de recursos, havia na faixa fronteiriça antes da operação militar.
"Antecipamos uma transição suave" na qual os agentes da Patrulha Fronteiriça poderão continuar suas tarefas de combate à imigração ilegal, concluiu.
Washington - O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos (DHS) anunciou hoje uma nova iniciativa para fazer com que os empregadores cooperem com o Governo a fim de evitar a contratação de imigrantes ilegais.
O programa, denominado "Acordo Mútuo entre o Governo e os Empregadores" e a cargo do Escritório de Imigração e Alfândega do DHS, visa estabelecer "alianças de cooperação" entre as autoridades federais e os empresários para reduzir a contratação de empregados ilegais.
O DHS explicou em comunicado que também pretende melhorar o cumprimento das leis trabalhistas do país com oficinas de informação e capacitação para empregadores do setor privado.
Nessas oficinas, os empregadores receberão informação sobre as normas adequadas de contratação, detecção de documentos falsos e leis que proíbem a discriminação.
Como parte desta iniciativa, as autoridades pedem que as empresas participem do chamado Programa Piloto de Verificação de Emprego, para confirmar que as pessoas contratadas têm permissão legal para trabalhar nos EUA.
Por enquanto, pouco mais de 10 mil empregadores em todo o país participam voluntariamente desse programa, a cargo do Escritório de Serviços de Imigração e Cidadania (USCIS).
Diante do aumento das medidas policiais nos centros de trabalho, os empregadores solicitaram ao DHS mais informações sobre como evitar a contratação de trabalhadores imigrantes ilegais.
"Qualquer estratégia integral para conter o fluxo da imigração ilegal deve abordar o problema dos milhares de empregadores que, com pleno conhecimento ou não, contratam imigrantes ilegais", disse o diretor do DHS, Michael Chertoff.
Chertoff acrescentou que a perseguição de empregadores que violam as leis de imigração é apenas uma parte da estratégia para solucionar o grande fluxo de imigrantes ilegais.
Por isso, afirmou Chertoff, o Governo americano decidiu criar alianças com os empregadores, para educá-los sobre as leis vigentes e "prover as ferramentas necessárias para desenvolver uma força de trabalho estável e legal". Fonte: Yahoo!Noticias
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, aproveitou hoje a cerimônia de naturalização de três soldados hispânicos feridos no Iraque para promover a reforma completa das leis de imigração, parada no Congresso americano.
O dominicano Noé Santos Dilone, de 21 anos, e os mexicanos Sergio López, de 24 anos, e Eduardo Leal Cárdenas, de 21 anos, se tornaram hoje em cidadãos americanos durante um ato realizado no Centro Médico Walter Reed do Exército, em Bethesda (Maryland), onde se recuperam dos ferimentos que sofreram na guerra.

Desde que os EUA iniciaram sua guerra global contra o terrorismo, em setembro de 2001, mais de 20.000 estrangeiros que serviram nas Forças Armadas adquiriram a nacionalidade americana.
Bush, que lembrou hoje que mais de 33.000 estrangeiros prestam serviço atualmente nas Forças Armadas dos EUA, se referiu a Santos, López e Leal como "homens que, sabendo o preço da liberdade, estiveram dispostos a pagá-lo para que os outros possam viver livres".
"Enquanto nosso país debate o futuro de sua política de imigração, devemos lembrar a contribuição destes homens e mulheres, e de todos os que sonham em contribuir ao futuro deste país", disse Bush.
A reforma das leis de imigração está parada no Congresso americano, mas o Partido Republicano - formação de Bush - tem maioria nas duas câmaras.
A Câmara dos Representantes aprovou em dezembro um projeto de lei que estipula sanções para os empregadores de imigrantes ilegais, corta serviços para estes, aumenta a vigilância na fronteira e transforma em crime a assistência prestada aos estrangeiros que estejam ilegalmente no país.
O Senado aprovou em maio uma versão que contém um programa de vistos para trabalhadores, estabelece diferentes mecanismos para a legalização de parte dos 12 milhões de imigrantes ilegais e oferece uma via para que possam se tornar cidadãos dos EUA.
A pouco mais de três meses para eleições legislativas nas quais estarão em jogo todas as cadeiras da Câmara de Representantes e um terço do Senado, ainda não começaram as consultas entre as duas câmaras para a harmonização dos diferentes projetos de lei.
Representantes do grupo "Somos Americanos" organização grande manifestação no próximo dia 4 de setembro.
Phoenix – Representantes de coalizão “Somos América” anunciaram uma “mega marcha” para o dia 4 de setembro no Capitólio da cidade de Phoenix em protesto pelo fracasso do Congresso em aprovar uma reforma migratória justa.
Roberto Reveles, presidente da coalizão, disse que o propósito é demonstrar o interesse das comunidades para que o Governo Federal encontre uma solução ao problema da imigração ilegal nos EUA.

O grupo também vem organizando uma série de eventos e fóruns para registrar o maior número de pessoas elegíveis para votar nas próximas eleições legislativas do mês de novembro.
Aos gritos de “hoje marchamos, amanhã votamos” a organização busca que a voz dos latinos seja escutada nos comícios, visto que a nível estadual consideram que há várias iniciativas de lei qualificadas como antiimigrantes. Entre elas se destaca um projeto de lei que busca converter o inglês no idioma oficial do Arizona.
A coalizão “Somos América”, organizou uma massiva marcha no último mês de abril, que contou com a participação de mais de 100 mil pessoas e foi considerada como uma das maiores da história da cidade.
fonte: gazetanews.com
Outro brasileiro residente em Medford – MA e um outro residente em Pompano Beach, FL, foram indiciados pela justiça americana nesta segunda-feira, 17, sob a acusação de formação de quadrilha e conspiração para transportar imigrantes para dentro dos Estados Unidos. Segundo o site da ICE (Immigration and Customs Enforcement ) José Marcos Silva, 40 anos, residente na Commercial Street em Medford, área da grande Boston, integrava um esquema de trafego de imigrantes ilegais com outro brasileiro, Edson Faustino, 40, residente na Crystal Lakes Drive em Pompano Beach.
De acordo com as autoridades federais, o esquema vem sendo investigados a desde Agosto do ano passado, e segundo a ICE, a taxa cobrada quadrilha era de 10 mil dólares, um outro brasileiro, identificado como Daniel Santa Clara, seria a pessoa encarregada de fazer a coleta de dinheiro dos imigrantes, e também foi indiciado neste processo, Santa Clara e José Marcos, trabalhavam na extensão de Massachusetts, a quadrilha operava em todo o território americano.
Prisão: Segundo informou a ICE, um dos agentes se fez passar por imigrante interessado em pagar as despesas utilizadas por um imigrante que havia supostamente contratado Edson Faustino, na Florida.
O agente se fazendo passar por ilegal marcou um encontro em um posto de gasolina na Cambridge St, Cambridge – MA. Neste ocasião, José Marcos foi acionado por Edson para encontrar o agente da ICE no estacionamento do posto de gasolina e acertar os detalhes. Marcos levou o agente da ICE até uma Igreja em Medford local onde foi pago a quantia de U$5 mil dólares. Toda a operação foi gravada pelos agentes federais. José Marcos e Edson Faustino poderão pegar até 10 anos de prisão mais U$250 mil dólares de multa cada.
Já o brasileiro Marcelo Pereira, 34 anos, de Brockton, declarou-se culpado na quinta-feira (13), da acusação transporte de imigrantes ilegais para dentro dos Estados Unidos e aguarda a pena máxima de cinco anos de prisão e uma multa de 250 mil dólares. A sentença será anunciada em 30 de outubro em Burlington estado de Vermont. Marcelo teria viajado de Massachusetts para a fronteira do Canada nas proximidades de Derby Line, em 30 de janeiro deste ano quando foi surpreendido por agentes da Border Patrol por volta das 02:00 da manhã, com ele foram detidos seis pessoas no interior de seu veiculo, dois da Índia, dois da Itália e um do Irã.
Marcelo disse às autoridades que havia recebido dois mil dólares para transportar cada pessoas do estado de Vermont para Boston, ele também disse que ele sabia que as pessoas haviam entrado ilegalmente no país pela fronteira canadense.
Na sexta-feira (14), o mexicano Juan Martinez-Perez, 45 anos, de Ozone Park, Nova York, foi acusado pela promotoria da União, em um caso semelhante. Ele teria transportado quatro imigrantes ilegais para Alburgh, no estado de Vermont, na madrugada de terça-feira (11). O mexicano foi detido por agentes da imigração na próximo a localidade que Marcelo havia sido detido.
Martinez-Perez, que está sendo representado por um defensor público, aguarda a pena máxima de cinco anos de prisão.
Três pessoas da República Dominicana, e uma do México, teriam sido apanhadas por ele, no lado Americano da fronteira, e levadas para a direção sul. O transporte foi feito na sua minivan Chevy, pela Blair Road, em Alburgh, a cerca de duas milhas da fronteira canadense. Martinez-Perez foi solto, mediante o pagamento de fiança, e aguarda o julgamento. No processo aberto pela justiça americana, os acusados terão todos os direitos de questionarem as acusações que pesam contra eles.
Fonte: jornalasemana.com
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) aprovou, na quarta-feira (12), o relatório final apresentado pelo deputado João Magno (PT-MG), que possibilita ao brasileiro que reside no exterior ingressar no Regime de Previdência Social.
Segundo o relator, o projeto permite que o emigrante brasileiro pague sua contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) relativa ao tempo em que permaneceu em outros países, sem multas e em até 60 parcelas.
"O brasileiro que tenha trabalhado no exterior poderá requerer sua inscrição retroativa a esse período, devendo sobre ele contribuir, como segurado facultativo, no Regime Geral da Previdência Social", afirmou o relator.
Ilegalidade
Dos três milhões de brasileiros que estão em outros países, cerca de 2,4 milhões são ilegais, segundo o relatório. "Nós temos uma população no exterior maior do que a população de 11 estados", disse João Magno.
As pessoas que vivem fora do país enviam ao Brasil, a cada ano, o equivalente a US$ 6,4 bilhões. Diante deste quadro, os parlamentares da comissão propuseram projetos de lei e emendas constitucionais para melhorar a condição de vida destes brasileiros.
Brasileiros no exterior
Os países que mais abrigam brasileiros são os Estados Unidos (799.203), Paraguai (442.104) e Japão (224.970), com 42,33%, 23,41% e 11,92% das 1.887.895 pessoas cadastradas em diversos países.
Segundo o relatório, embora o Brasil seja o país mais populoso da América Latina, e também considerado parceiro estratégico dos Estados Unidos na região, ocupa apenas a 15º posição entre os países da América Latina e Caribe em números de vistos da categoria "imigrantes", com base em dados de 2005.
Fonte: administradores.com.br
O número de estrangeiros que vive regularmente no Brasil (830 mil) é bem menor que o de brasileiros morando no exterior (cerca de três milhões). Por isso, uma das propostas do projeto de lei para substituir a Lei de Estrangeiros é transformar o Conselho Nacional de Imigração em Conselho Nacional de Migração.
Com isso, o conselho cuidará da vinda dos estrangeiros, mas também dos brasileiros que estão lá fora, argumentou o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, hoje. A idéia é buscar políticas públicas que os protejam, que ofereçam assistência e a possibilidade de manter vínculos jurídicos.
Barreto está em Manaus participando do 2º Seminário Internacional de Políticas Migratórias e Atendimento ao Turista. Ele afirmou que os brasileiros que viajam para países mais ricos recebem, em geral, tratamento bem pior do que os cidadãos desses lugares que vêm para o Brasil. Mas ponderou que o projeto de lei (ainda em fase de elaboração) não prevê medidas de retaliação.
Muitas nações confundem uma irregularidade administrativa, como a migração não autorizada, com crimes de direito penal. Não cabe algemar alguém apenas porque busca realizar um sonho, argumentou. Mas não queremos aplicar aqui a lei do talião cujo lema é olho por olho, dente por dente. Vamos tratar bem os estrangeiros e exigir deles um tratamento igual para os brasileiros. O que Itamaraty está fazendo é um trabalho de gestão diplomática com esses países.
A diretora do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, Izaura Soares Miranda, informou que no Brasil vivem de 300 a 400 mil imigrantes ilegais. Em São Paulo, por exemplo, posso precisar que existem cerca de 60 mil bolivianos em situação irregular. Mas na Amazônia é difícil estimar um número.
Fonte: terra.com.br