Por Alberto Masegosa Nova York, 28 set - A imigração legal aos Estados Unidos diminuiu progressivamente e atingiu seu nível mais baixo em cerca de uma década, segundo relatório que indica que as medidas de controle após os atentados de 11 de setembro de 2001 detiveram a autorizada, mas não a clandestina.
O estudo, feito pelo órgão independente Centro Hispânico Pew, aponta que o número dos residentes em situação regular foi, pela primeira vez em 2004, três anos depois dos ataques, inferior ao dos ilegais.
De acordo com o relatório, a queda no fluxo de imigrantes foi contínua desde 2001, quando atingiu seu recorde, com 1,5 milhão, chegando a 1,1 milhões em 2004, mesma quantidade que em 1996.
Mais da metade dos que entraram em 2004 o fez, no entanto, de forma ilegal. Antes, só 4 de cada dez estavam nessa condição.
O estudo, baseado em dados do escritório do censo, ressalta que a maioria dos chegados naquele ano procedia da América Latina, que tradicionalmente ocupa o primeiro lugar entre as regiões de origem, particularmente do México.
Um total de 640.000 latino-americanos, 402.000 deles mexicanos, engrossou em 2004 a população imigrante nos Estados Unidos, aonde naquele ano também chegaram 314.000 asiáticos, que constituem o outro grande segmento de estrangeiros que vão ao país em busca de melhores condições de vida.

Também não houve mudanças nos principais estados de destino em que se estabelecem majoritariamente os imigrantes, que continuam sendo os chamados "seis grandes": Califórnia, Flórida, Illinois, Nova Jersey, Texas e Nova York.
Este último foi o único estado onde ocorrera um aumento notável da população estrangeira antes de 2001. Além disso, um de cada seis recém-nascidos é de pais estrangeiros na maior cidade americana.
Após sua naturalização, o número dos eleitores de origem não-européia - principalmente negros, hispânicos e asiáticos -, superará pela primeira vez o dos "brancos" nas eleições municipais de novembro em Nova York.
Além de questionar a utilidade das severas medidas de controle de imigração após o 11 de setembro, que só impedem a chegada dos que entram ilegalmente, o relatório mostra novamente a pouca efetividade do enorme esquema de segurança nos três mil quilômetros de fronteira americana com o México.
Apesar da queda na chegada de estrangeiros, o peso da comunidade de origem estrangeira, sobretudo a latino-americana, parece irreversível em termos econômicos e sociais, segundo estudo divulgado pouco após a divulgação da análise do Centro Hispano Pew.
De acordo com análise publicada pela firma Market Research, a capacidade de consumo da população hispana, que continua sendo a minoria de maior crescimento no país, aumentou em US$ 140 bilhões entre 1998 e 2003.
Com este aumento, calcula-se que o poder de compra das famílias de origem latina seja de US$ 766 bilhões, e possa chegar a US$ 1,1 trilhão no ano 2010.
A comunidade hispana é considerada a "força motriz" do aumento do consumo no mercado de muitos produtos e serviços, segundo a Market Research.
Fonte: Yahoo!News
Cinco imigrantes subsaarianos morreram e mais de 50 ficaram feridos nesta madrugada ao tentar atravessar a fronteira que separa Ceuta do Marrocos.
Fontes oficiais espanholas informaram na manhã de hoje que dois imigrantes africanos morreram em Ceuta em decorrência dos ferimentos que sofreram no pescoço e no tórax após saltarem a cerca que separa o território espanhol do Marracos.

Por sua vez, fontes marroquinas disseram que outros três imigrantes que participaram da invasão perderam a vida nesse lado da fronteira. Os corpos das vítimas, todos de homens adultos e com marcas de bala, foram levados para o hospital da cidade de Tetouan.
Segundo um empregado do serviço de traumatologia do hospital, outras 18 pessoas foram atendidas com ferimentos, 11 das quais já receberam alta e foram detidas pela Polícia.
Entre os outros feridos, cinco tinham marcas de tiro, hematomas ou fraturas, ao passo que dois se encontravam na unidade de reanimação do centro médico, a cerca de 30 quilômetros de Ceuta.
Pelo menos um dos imigrantes tinha ferimentos profundos no estômago, causados pelo arame farpado colocado sobre a cerca que o grupo tentou saltar.
Outras fontes locais disseram à EFE que mais cinco imigrantes subsaarianos feridos no incidente foram internados no Hospital Mohammed V de Tanger, a cerca de 60 quilômetros do centro de Tetouan, e que um deles está em estado grave, ao passo que outro sofreu um desgarre do globo ocular.
A Rádio Nacional do Marrocos informou que os três mortos no lado marroquino da fronteira foram atingidos por tiros de agentes espanhóis, informação também dada pela agência oficial marroquina MAP.
Apesar de a fronteira entre a Espanha e o Marrocos ser considerada o limite extremo da União Européia, sua vigilância e segurança é garantida unicamente pelas autoridades espanholas, segundo a ata final de adesão da Espanha ao Tratado de Schengen, sobre a livre circulação de pessoas e assinado em 1991.
Embora possa pedir ajuda ao resto dos países signatários do acordo caso tenha problemas graves, o controle das fronteiras em Ceuta deve ser garantido pela Espanha, explicaram hoje especialistas da direção geral de Segurança, Liberdade e Justiça da Comissão Européia (CE, órgão executivo do bloco).
Por isso, e devido aos ainda limitadas poderes comunitários em matéria de imigração, nada pode ser feito "de forma iminente" em nível europeu para ajudar a Espanha, acrescentaram os especialistas.
Esse é mais um exemplo da necessidade de uma "distribuição do peso" gerado pela imigração na UE, o qual atualmente é suportado em sua maior parte pelos países que sofrem diretamente com o problema - Espanha, Itália e Malta - e que há anos pedem mais solidariedade aos sócios comunitários.
Mas para conseguir essa divisão, seria necessária uma clara política comum em matéria de imigração, assunto no qual a UE deu apenas os primeiros passos.
Os países-membros decidiram há quase dois anos criar a Agência de Controle de Fronteiras, que começou a operar em maio em Varsóvia, mas com apenas cerca de dez especialistas e ainda pouca capacidade.
Quando estiver completamente operante, a agência disporá de uma rede de especialistas que poderá ajudar um país-membro em caso de necessidade, mas sempre a pedido das autoridades nacionais.
Tal agência contará com uma "espécie de corpo de fronteiras europeu", mas os agentes não se deslocarão em massa às fronteiras extremas da UE porque o objetivo "não é fazer uma barreira
Rio - Aos 81 anos, Mário Soares, um dos políticos portugueses mais conhecidos internacionalmente, cruzou o Oceano Atlântico para pedir apoio a sua tentativa de se eleger presidente do país pela terceira vez. No jantar promovido ontem na Casa das Beiras, na Tijuca, o líder do Partido Socialista (PS) discursou, fez promessas, cumprimentou conterrâneos e deu autógrafos. Só não distribuiu "santinhos".
Soares garantiu que, se eleito, continuará sendo um grande amigo do Brasil, por considerar que a ex-colônia "é o maior motivo de orgulho para Portugal".

Ao falar de sua trajetória política, o político, que além de presidente foi primeiro-ministro de Portugal duas vezes, destacou a luta contra as ditaduras de António de Oliveira Salazar (de 1932 a 1968) e Marcelo Caetano (1968 a 1974).
"Sofri 12 prisões, fui expulso do país e vivi como exilado na França. Tenho idade, experiência e currículo para ficar em casa e escrever meus livros, que é o que eu mais gosto de fazer. Mas a situação de Portugal e da Europa ficou tão complexa e difícil que eu decidi me candidatar novamente", explica.
Em tom de campanha, o ex-presidente disse ainda que nunca ganhou dinheiro com política e que só exerce a vida pública por amor a Portugal e por sentir prazer em realizar uma obra em benefício do país. O socialista criticou o neoliberalismo e expressou uma das principais diferenças dele em relação ao atual primeiro-ministro português, José Manuel Durão Barroso (do Partido Social Democrata). Ao contrário de Barroso, Soares se opôe firmemente à guerra no Iraque.
"Eu percebi desde o início que a guerra no Iraque era um erro. Ela é ruim para os Estados Unidos, para Europa e para o mundo inteiro", protesta.
O jantar em homenagem a Mário Soares foi promovido pela escola de samba Unidos da Tijuca, cujo presidente, Fernando Horta, é imigrante português. Cerca de 450 convidados da colônia luso-brasileira compareceram ao evento. Antes de vir ao Rio, Soares passou pelas cidades de São Paulo e Santos.
De acordo com o Censo 2000 do IBGE, 213.203 indivíduos nascidos em Portugal ou com dupla nacionalidade (brasileira e portuguesa) vivem no Brasil. O número equivale a aproximadamente a população de Porto, segunda maior cidade de Portugal.
A agenda do ex-presidente português para hoje, domingo, inclui uma entrevista coletiva pela manhã e uma visita ao barracão da Unidos da Tijuca na Cidade do Samba
Fonte: O dia Online
Governador Valadares - O brasileiro Wellington Oliveira de Assis, de 36 anos, morreu no deserto do Arizona quando tentava entrar ilegalmente nos EUA. Ele teria começado a travessia pelo México no dia 12, mas torceu o pé e não conseguiu seguir os coiotes, que o deixaram para trás. Desidratado e com fome, o mineiro de Governador Valadares teve uma série de convulsões e não resistiu.
Wellington estava desempregado. Saiu do interior de Minas no dia 8. No dia 10, fez o último contato com os familiares, já da fronteira mexicana. A notícia da morte chegou na noite deste sábado por meio do amigo que receberia o brasileiro na Flórida.
A família é de origem humilde. Numa casa simples na periferia de Governador Valadares, moram cinco irmãos e o pai de Wellington. Seu Francisco Victor de Assis, de 64 anos, tem ficado a maior parte do tempo trancado no quarto. "O maior sonho da vida dele era ir para os Estados Unidos", conta uma das irmãs, Kênia Janaína de Assis, 32 anos.
Ela diz que Wellington recebeu proposta de um agenciador ilegal, conhecidos na cidade como "cônsules", para embarcar sem desembolsar nada. Só depois que estivesse empregado nos EUA, começaria a pagar o valor cobrado pelo "consul", que Kênia não sabe quanto.
Investigações da Polícia Federal apontam que os agenciadores cobram até US$ 10 mil dos imigrantes para a travessia clandestina.
O corpo de Wellington deve ser cremado antes de vir para o Brasil. Segundo os familiares, a embaixada brasileira não fez nenhum contato. Amigos do brasileiro nos EUA estão arrecadando dinheiro para cobrir os custos do translado.
Fonte: estado.com.br
Segunda geração de emigrantes não vence barreiras sociais nos EUA, mas vínculos fazem adiar a vinda ao País
São Paulo - Eles ainda eram crianças quando os pais emigraram para tentar uma vida com mais recursos. Hoje adolescentes, os filhos de brasileiros que vivem nos Estados Unidos conservam o objetivo de fazer um bom pé-de-meia e o sonho distante de um dia voltar ao Brasil. Só aqui teriam chance de fazer uma universidade.
“A idéia de todo mundo que migra é juntar dinheiro e voltar. Mas o dinheiro nunca é suficiente, as pessoas vão criando vínculos e adiando a partida”, diz a socióloga Teresa Sales.
Pesquisadora do Núcleo de Estudos da População (Nepo) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ela levantou as condições de vida e aspirações da segunda geração de brasileiros residentes na região de Boston, nos Estados Unidos.
Trabalho e estudo
Teresa foi bolsista da Universidade de Harvard no ano 2000, período em que entrevistou 118 brasileiros entre 13 e 20 anos em escolas, associações e igrejas, típicos pontos de encontro de imigrantes. Posteriormente, um questionário aplicado a estudantes da high school (ensino médio) completou o levantamento.
Do total de entrevistados, 90% trabalhavam, já tinham trabalhado ou estavam temporariamente sem emprego. As oportunidades mais comuns eram limpar restaurantes, servir em lanchonetes ou ser caixa de mercadinhos de bairro.
De maneira geral os adolescentes conseguem conciliar emprego e estudo com horários flexíveis de entrada e saída no trabalho. “A maioria dos jovens vislumbra chegar à universidade, o que é praticamente impossível que eles façam nos Estados Unidos”, afirmou Teresa.
Segundo ela, como grande parte dos brasileiros está ilegalmente no país, é difícil cursar além da educação básica, garantida pela legislação a qualquer um que resida em território norte-americano. Assim, os jovens sonham em voltar ao Brasil para continuar os estudos.
Guetos
O fluxo migratório do Brasil para os Estados Unidos se intensificou em meados da década de 1980. De lá para cá, a comunidade brasileira está mais organizada na defesa de seus direitos e interesses. Porém, muitos dos velhos problemas persistem entre a população mais jovem.
Meninas e meninos brasileiros, por exemplo, têm dificuldades de relacionamento fora de seu núcleo e se dedicam a subempregos em exaustivas jornadas de trabalho.
A segunda geração domina o inglês melhor do que os pais, mas continua não conseguindo fazer amigos norte-americanos.
“A distância é muito grande, a começar pelo fato de que os jovens estudam em escolas públicas bilíngües, juntamente com portugueses e africanos de língua portuguesa. O relacionamento com norte-americanos é de patrão para empregado, nada além disso.”
Por isso, a tendência do brasileiro é viver em guetos formados por pessoas de mesma origem. Até a convivência com hispânicos não é comum.
Cidadania
Com o nascimento de filhos de brasileiros nos Estados Unidos, a situação tende a mudar um pouco. Entre 1999 e 2001, 1.824 mulheres brasileiras deram à luz pelo sistema público de saúde de Massachusetts.
Cidadãs norte-americanas, essas crianças terão seus direitos garantidos pela legislação, enquanto os pais continuarão na ilegalidade.
TIJUANA, México - Os imigrantes ilegais que vivem nos Estados Unidos apóiam a economia do país e, sobretudo, a da Califórnia, afirmou nesta sexta-feira, no México, o governador desse estado americano, Arnold Schwarzenegger.
"Temos muitos imigrantes clandestinos, mas eles estão trabalhando, mais de 90% estão trabalhando e contribuem para a economia da Califórnia. Por isso, devemos ver como lidar com esse assunto, como poderemos lhes dar carteiras de motoristas (para serem usadas como documentos), como resolver o problema", declarou.

Schwarzenegger se encontra no estado mexicano de Baixa Califórnia (noroeste), onde se reuniu com o governador local, Eugenio Elorduy, para analisar o tema da imigração ilegal e as medidas para melhorar a segurança na fronteira.
O governador da Califórnia acrescentou que os grupos civis de vigilância na fronteira entre México e Estados Unidos não devem estar armados, como é o caso do "Minuteman", dedicado a detectar imigrantes ilegais.
"Como não há um controle da fronteira, foi por isso que os `Minuteman` chegaram. Quero esclarecer também que nunca disse que devem estar armados, ninguém deve estar armado e ninguém deve perseguir ninguém. Os direitos humanos devem ser respeitados", insistiu Schwarzenegger.
Fonte: ultimosegundo
Quando a antropóloga norte-americana Maxine Margolis iniciou a pesquisa sobre brasileiros em Nova York estava sozinha: na bibliografia do seu livro "Little Brazil", publicado em 1994, não havia nem sequer um artigo acadêmico listado, e o número de imigrantes nos EUA estava estimado em até 400 mil.
Onze anos depois e com uma projeção de até 1,1 milhão de brasileiros em território americano, Margolis foi à Universidade Harvard fazer a palestra inaugural da Primeira Conferência Nacional sobre Imigração Brasileira para os EUA. Havia cerca de 200 pessoas na platéia, formada sobretudo por pesquisadores e ativistas brasileiros e norte-americanos.

"Era impossível imaginar um encontro desse tipo naquela época", disse Margolis. "Mesmo hoje, foi uma surpresa total o número de 60 trabalhos inscritos", afirma a antropóloga, cujo trabalho discute a "invisibilidade" da comunidade brasileira em comparação com outros grupos imigrantes.
O número de inscritos surpreendeu até a organização. "Pensava que teria de telefonar para convidar as pessoas", afirma a brasileira Clémence Jouet-Pastré, professora de português de Harvard e idealizadora do encontro. Ela destacou também a diversidade dos temas e a interação entre acadêmicos e ativistas.
Sobre as linhas de pesquisa, Jouet-Pastré acredita que o grande foco seja a etnicidade. "Aqui nos EUA, a nossa identidade é colocada em jogo, como com qualquer imigrante. Mas no nosso caso há sempre esta grande questão: somos ou não hispânicos? Como o Censo nos conta?"
Apesar da reclamação geral sobre a falta de dados abrangentes, algumas pesquisas trouxeram números surpreendentes sobre a experiência imigratória brasileira. Um estudo, por exemplo, revelou brasileiros morando em 250 cidades no Estado de Massachusetts.
Já o pesquisador Antonio Luciano Tosta localizou 40 obras de ficção sobre imigrantes brasileiros editadas no Brasil e nos EUA.
Presente nos dois dias do encontro, o veterano brasilianista Kenneth Maxwell se disse surpreso com a franqueza dos debates. "As pessoas conversaram de forma extremamente aberta sobre gênero, raça e regionalismo."
Por outro lado, Maxwell criticou a forma como os problemas da comunidade brasileira foram debatidos. "Isso não será resolvido pelo governo brasileiro. A chave é o governo norte-americano. Faltou essa discussão", disse.
Encontro em Harvard, livros publicados, tema da novela das oito da Globo e um país considerado atualmente "na moda" pelo mundo afora. A imigração brasileira continua invisível?
"Depende do ponto de vista", diz Margolis. "Do governo americano, no Censo, é invisível. Mas, do ponto de vista local, de cidades como Framingham e Danbury [nordeste], tem muita visibilidade para as prefeituras locais."
Ela vê um lado positivo na relativa invisibilidade. "Todo mundo reclama, mas, depois do 11 de Setembro, talvez valha a pena."
Fonte: Folha Online
Lázaro Ramos foi barrado pela imigração americana, sexta-feira, ao tentar entrar em Miami para gravar o último capítulo da série Cinco Sentidos, do programa Fantástico, informou o colunista Ancelmo Góis, do jornal O Globo.
Ele estava com o passaporte dado a jornalistas estrangeiros. Na chegada aos Estados Unidos, o agente liberou o jornalista, branco, que acompanhava o ator, mas segurou Lázaro para interrogatório.

O ator foi liberado 40 minutos depois, sem explicações e tampouco pedidos de desculpa.
De acordo com a publicação, esta não é a primeira vez que o namorado de Taís Araújo passa por este constrangimento. Ele ficou retido nas outras três vezes em que viajou para os Estados Unidos.
Em uma delas, o ator seria homenageado com uma mostra de seus filmes em Nova York.
Procurado pelo Terra, Lázaro Ramos não foi localizado, por enquanto, para comentar o assunto.
Fonte: terra.com.br
ROMA, 20 set (AFP) - As autoridades italianas informaram que 256 imigrantes clandestinos foram interceptados na madrugada de terça-feira perto da ilha siciliana de Lampedusa, sul do país.
Os imigrantes, incluindo 34 mulheres e quatro crianças, tiveram que ser socorridos depois que o motor da embarcação na qual navegavam parou, provavelmente por falha ou falta de combustível.
Lampedusa, pequenha ilha entre a Tunísia e a Sicília, a 300 quilômetros das costas da Líbia, possui um centro de recepção de imigrantes, vinculado ao ministério do Interior.
Fonte: ultimosegundo
As autoridades do Iêmen detiveram este ano mais de 10 mil imigrantes ilegais vindos de países africanos, informou hoje a agência de notícias local Saba.
De acordo com a fonte, entre os 10.750 detidos, a maioria é de imigrantes da Somália e da Etiópia. Além disso, segundo a agência, há 350 mulheres somalis com seus filhos e 500 etíopes.

A fonte disse ainda que a maior parte dos imigrantes foi detida no litoral do país nos últimos nove meses, mas 150 foram detidos em diferentes cidades do interior.
A agência disse que os emigrantes somalis foram levados para campos de refugiados na cidade iemenita de Jaraz, na região de Abyan, enquanto os outros foram deportados para seus países de origem.
Neste mês, mais de 100 imigrantes se afogaram quando tentavam chegar ilegalmente ao litoral iemenita, lembrou a agência, que não deu mais detalhes sobre o que aconteceu.
Iêmen, no sul da Península Arábica, é um dos países árabes mais pobres da região, mas é destino desejado por imigrantes africanos.
fonte: noolhar.com