Brasileiros ilegais sobem nos EUA
O número de imigrantes brasileiros detidos enquanto tentavam entrar ilegalmente nos Estados Unidos cresceu 1665% nos últimos cinco anos, noticiou ontem o jornal Folha de São Paulo.
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Caso esta tendência se mantenha, o total de detenções deverá exceder o dobro no próximo ano, isto é, poderá chegar a 18 mil brasileiros. A projecção baseia-se no facto de terem sido registadas uma média de 51 detenções diárias entre os meses de Setembro e Dezembro de 2004, época em que o número é mais reduzido devido ao facto de ser Inverno no Hemisfério Norte. Os especialistas atribuem esta subida de entradas sem autorização à maior dificuldade de se obter o visto norte-americano depois dos atentados do 11 de Setembro 2001.
Por outro lado, o fim da obrigatoriedade da posse de visto para entrar no México, fruto de um acordo entre esse Governo e o do Brasil, em Agosto de 2000, facilitou a entrada de cidadãos brasileiros naquele país. No entanto, o Governo mexicano está a tomar medidas para conter a entrada desses cidadãos, pois estes acabam por usar o país
Os investigadores norte-americanos estimam que entre 600 mil a um milhão de brasileiros viva actualmente no país, adiantando que, para cada indivíduo ilegal detido, três conseguem atravessar a fronteira. Os brasileiros presos são, na sua maioria, homens, com idade entre os 20 e os 30 anos, oriundos do estado de Minas Gerais.
Fonte: diario de noticias
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou que há uma "forma humana e compassiva" de resolver o problema da imigração ilegal.
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Em entrevista coletiva, Bush retomou sua proposta de impulsionar um programa de legalização temporária que iguale os empregadores americanos com os trabalhadores estrangeiros dispostos a ocupar esses postos.
Esse projeto de reforma migratória, apresentado em janeiro do ano passado, não tomou corpo, mas foi criticado por grupos de todo o setor político nos Estados Unidos.
Grupos conservadores vêem o projeto
O presidente, que destacou sua experiência em assuntos de fronteira
No entanto, Bush disse que continuará trabalhando com legisladores democratas e republicanos para conseguir uma solução consensuada sobre o assunto.
A reforma visa facilitar o controle da segurança na fronteira porque o sistema atual só estimula a entrada de imigrantes ilegais, admitiu Bush.
fonte: terra.com.br
Madri - O governo espanhol colocará em ação o dispositivo "mais extenso das últimas décadas" em matéria de imigração, para fazer frente ao processo de regularização de três meses que começa no país no próximo dia 7 de fevereiro.
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O dispositivo, que inclui a distribuição de quase 1,8 milhão de cadernetas em nove idiomas, conta com uma rede de 742 pontos de informação; uma rede de contato e atenção composta por 160 centros da Previdência Social; e uma rede de tramitação de 52 escritórios e unidades de imigração.
Além de contratar 1.639 empregados em diversas áreas da Administração, serão ampliadas as jornadas de trabalho, reforçada em 130% a equipe normal dos escritórios de Imigração e destinadas 1.200 pessoas à gestão dos expedientes nos escritórios de imigração.
A partir de 7 de fevereiro, os estrangeiros ilegais dispõem de três meses para regularizar sua situação, sempre que estiverem contratados por um período mínimo de seis meses e demonstrarem que estão recenseados desde antes de 8 de agosto de 2004.
Em entrevista coletiva, a secretária de Estado de Imigração espanhola, Consuelo Rumí, insistiu em que o primeiro objetivo com esta legalização é "fazer emergir a maior parte de economia submergida" e acabar com as despesas sociais do emprego ilegal, já que os imigrantes em situação irregular nem pagam impostos nem cotam a Previdência Social, afirmou.
Rumí reiterou seu pedido aos imigrantes para que não "comprem contratos falsos: quem pede dinheiro para fazer um contrato não é um empresário sério, está claro que por trás há uma trama para beneficiar-se desta situação".
"Todos os mecanismos postos em marcha para supervisionar e comprovar a veracidade de todos e cada um dos documentos é extremo", advertiu a secretária de Estado de Imigração da Espanha
Por Edgar Ávila Veracruz (México), O "sonho americano" de milhares de latino-americanos converteu-se em uma aventura que está ao alcance de quem tem pelo menos 3.500 dólares. Por menos do que isso, nem a astúcia nem a sorte poderão salvar o imigrantes ilegal que quer chegar aos Estados Unidos de um sem-fim de riscos que vão da traição e da captura a uma morte lenta nas areias do deserto.
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A passagem de emigrantes pela fronteira é um negócio milionário.
Se os 3.500 dólares mínimos são multiplicados pelos milhares de mexicanos que tentam cruzar anualmente, obtém-se uma soma indiscutivelmente exorbitante.
O pesquisador considera que, apesar dos atentados de 11 de setembro de 2001 e de suas conseqüências nas medidas extremas de segurança nos Estados Unidos, a passagem de emigrantes pelas pontes internacionais continua sendo bem-sucedido.
A cada ano, cruzam para os EUA cerca de 437.000 mexicanos que trabalham um tempo nesse país e regressam a suas comunidades de origem no México.
Entre os traços gerais da população que forma o fluxo migratório para os Estados Unidos, destaca-se que 97% dela é composta por homens. Nas entrevistas que fez para a pesquisa, Garrido descobriu que, se o potencial emigrante não tiver pelo menos 3.500 dólares, atravessar para o outro lado da fronteira será algo semelhante a um filme de terror.
Uma cifra mais alta conduzirá o emigrante às guaritas ou aos cruzamentos internacionais, enquanto uma quantia mais baixa o guiará à áreas desérticas e despovoadas.
Os exemplos e histórias tristes são muitos. Na casa ou esconderijo dos "coiotes" (traficantes de pessoas), geralmente lugares lúgubres e amontoados de gente, os imigrantes permanecem trancados durante dias, aguardando o melhor momento de tentar chegar aos EUA.
A melhor aliada é a escuridão, momento-chave no qual costumam aparecer o stress migratório, as crises nervosas, a incontinência urinária e intestinal.
"Cresce a incerteza conforme os imigrantes se aproximam das veredas ou sítios migratórios, onde misteriosamente surgidos da nada, aparecem homens encapuzados que roubam seus objetos de valor e dinheiro", relata.
Esta experiência de despojo, uma das mais duras, costuma depender dos acordos entre os "coiotes" e a polícia. No entanto, perder as posses representa um risco menor se comparado com a captura, a traição ou o assassinato. Em alguns casos, se o imigrante não possui objetos de valor, a situação pode levar a um seqüestro temporário, de 24 a 36 horas, durante o qual o ilegal é obrigado a ligar para seus familiares e pedir dinheiro extra para pagar o "coiote".
Os fundos devolvem às vítimas a possibilidade de atravessar mas não as eximem de enfrentar novos riscos já que os seqüestradores, "conhecedores do negócio e sem perder de vista a possibilidade de surpreendê-los novamente tentando cruzar a fronteira, os deixam em liberdade", segundo denunciaram os afetados.
Ao passar pelo deserto, enfrentam situações traumáticas como a de se deparar com cadáveres mutilados e esqueletos até mesmo de crianças e bebês, numa rota da morte. As turvas águas do Río Bravo também se converteram em um túmulo para muitos, que se afogam ou se feridos com objetos ali abandonados. No México, os principais focos de emigração são os estados de Chiapas, Guerrero, Oaxaca e Zacatecas, mas a natureza da emigração variou e deixou de ser tão rural como antes. Agora já afetar zonas urbanas.
fonte: Yahoo!Noticias
O Secretariado do Ministério Das Relações Exteriores (SRE) irá reimprimir o “Mexican Migrant Guide”, apesar do sinal governo dos Estados Unidos e queixas dos legisladores americanos e NGOs (organizações não-governamentais) que o classificam como um documento que poderia promover a imigração ilegal.
A primeira edição do Guia do Migrante Mexicano foi distribuída grátis, além disso estava incluído como uma inserção em duas publicações mexicanas populares.

De acordo com o Ministério Do Exterior, através de suas 32 páginas, o guia destaca que o cruzamento de fronteiras por indocumentados é perigoso e contra a lei dos Estados Unidos; oferece recomendações a fim de diminuir o risco de mortes daqueles que procuram cruzar a fronteira, e descreve os direitos do indocumentado uma vez que seja detido nos Estados Unidos.
Alguns legisladores dos Estados Unidos expressaram rancor, como se o governo mexicano tivesse publicado um guia sobre entrar nos Estados Unidos ilegalmente. Eles até mesmo pediram que a impressão e distribuição fossem impedidas.
Tom Tancredo, um congressista republicano do Colorado, disse: “O que o governo mexicano faria se nós encorajássemos nossos cidadãos a violar a lei mexicana?”
De acordo com um programa de televisão da CNN, “o guia é repleto de dicas sobre como cruzar a fronteira ilegalmente.”
As estrelas de Hollywood estão se reunindo na luta para a obtenção das driver’s licenses para imigrantes indocumentados na Califórnia com um novo anúncio na Variety.
LOS ANGELES, Califórnia – Celebridades estão apoiando um projeto de lei para permitir imigrantes ilegais na obtenção de suas licenças para conduzir.
Mais de 30 atores, escritores e músicos – incluindo Diane Keaton, Carlos Santana e “Million Dollar Baby”, escritor Paul Haggis, Martin Sheen e seu filho Emílio Estevez, Alfre Woodward, Danny Glover e o músico Jackson Browne, levaram a público na segunda-feira, um anúncio no jornal Variety, insistindo que o Governador Arnold Schwarzenegger aprove o projeto de lei, clamando que isso iria fazer as estradas mais seguras e que dirigir é um direito civil.

Chegando a um dia antes das nomeações da Academy Awards, o anúncio apresenta uma figura de uma mulher latina e duas jovens crianças com o título: “O Escolhido: A Melhor Babá No Papel Coadjuvante”, e lê:
“Eu sou credenciada todos os dias a usar minhas mãos e meu coração para alimentar e cuidar de crianças que não são minhas,…eu sou bem-vinda nas partes mais pessoais das vidas das pessoas, mas a mim não é concedida uma licença para dirigir um automóvel.”
O estado da Califórnia começou a exigir prova de residência legal para driver’s licenses em 1994, colocando-se dentre os 40 estados e o Distrito de Columbia com normas similares. Os estados vizinhos da Califórnia, incluindo Oregon, Washington, Hawaii e Utah não têm essa exigência.
fonte: cnn.com
LAS VEGAS – Duas irmãs que viveram nos Estados Unidos por mais de uma década podem ser deportadas para um país onde elas nem mesmo falam a língua.
Os agentes federais levaram as duas adolescentes da área de Las Vegas em custódia em 14 de janeiro depois que as autoridades determinaram que elas não têm o direito de ficar no país.

Emma Sarkisian, 18 e a irmã, Mariam, 17, permanecem em local não revelado em Los Angeles enquanto esperam a decisão de um juiz sobre deportá-las para a Armênia, onde elas nasceram.
As duas vieram aos Estados Unidos em 1991 com visto de turista com suas famílias. A família buscou asilo político, mas foi negado.
Se uma audiência junto ao tribunal federal for concedida, os seus advogados disseram que irão argumentar que os oficiais dos Estados Unidos deveriam permitir que o pai obtenha sua cidadania e peticione pelas filhas para permanecer nos Estados Unidos sob fundamentos de humanitários.
NEW YORK – De acordo com a Bear Sterns Asset Management Company, o maior florescer da imigração nos Estados Unidos está sendo aguardado para levantar ganhos em companhias de desconto varejista e provedores de telecomunicações. A maior parte do dinheiro está vindo da América Latina e Ásia.
A maior onda em imigração, de 1900 a 1910, foi gerada pelos europeus. Os dados do Censo de 2003 mostram que aproximadamente 12 por cento da população dos Estados Unidos, ou por volta de 33.5 milhões de pessoas são nascidas estrangeiras e demográficos vêem um aumento nos próximos anos com ambos, imigrantes legais e ilegais, vindos aos Estados Unidos procurando por maior oportunidade econômica ou liberdade religiosa ou política.

O maior grupo vem da América Latina e tende a ser jovem e recém iniciando famílias.
“Dentro de três a cinco anos de imigração, eles estarão procurando comprar através do mercado baixo-entre-na-casa , o qual irá assegurar o melhor”, disse Harry Dent, estrategista em investimento e fundador do Dallas-based H.S. Dent Foundation.
Fonte: cnn.com
Atividades de negócios que atualmente empregam imigrantes indocumentados têm pouco a temer – o governo federal investiga apenas 2.000 empregadores por ano e, as penalidades por violação das leis de imigração são pequenas.
Um liderante Republicano da Casa quer mudar isso. O Representante David Dreier, presidente do Comitê das Normas Da Casa, apresentou legislação neste mês que aumenta as penalidades para $50.000 por infração por conscientemente empregar um imigrante em situação ilegal. Empregadores poderiam também enfrentar até cinco anos em prisão.

O Projeto de lei de Dreier também promoveria execução. O projeto pede por 10.000 novos empregados para o Departamento de Segurança Interna, cujo único trabalho seria executar empregadores em cumprimento com as leis de imigração.
Um previsto número de 10 milhões de imigrantes indocumentados trabalham na América hoje.- em lugares de construção, hotéis e restaurantes e em prédios de escritórios. Alguns trabalham
O trabalho que eles executam são essenciais para a saúde econômica da América, dizem os líderes das atividades de negócios.
“Nós precisamos destas pessoas,” diz o Presdiente da Câmara do Comércio, Tom Donohue. “Se nós fôssemos mandá-los de volta para casa, haveria o maior barulho de enxugar de nariz que você jamais tenha ouvido na economia
O Presidente Bush, que havia proposto permitir imigrantes indocumentados a se registarem
Fonte: bizjournals.com
O presidente George W. Bush começa o seu segundo mandato com uma agenda doméstica cheia de reformas ousadas e de difícil execução. A maioria delas conta com forte oposição não apenas dos democratas, mas também de parte dos republicanos, pressionados por seus eleitores.
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O cientista político Joel Velasco diz que, liberado da pressão eleitoral, já que não pode mais ser reeleito, Bush vai tentar fazer um governo pensando em embelezar sua biografia.

"A carreira política dele acaba em quatro anos. Ele não está mais preocupado em ganhar a eleição, mas no legado que vai deixar e em como será visto pelos historiadores e pela população americana daqui a 20, 30 anos", afirma Velasco.
A principal delas, anunciada em discursos e entrevistas pelo próprio presidente, é a da Seguridade Social, o sistema público de aposentadorias e pensões. O presidente afirma que é preciso reformar o sistema para proteger os benefícios das futuras gerações. Ele também quer privatizar parte das contas, para permitir que o beneficiário administre seu próprio dinheiro e transfira o saldo em herança para os filhos.
Críticas
A oposição é forte. Não apenas em peso dos democratas, mas também de parte dos republicanos, preocupados com seus eleitores. Os críticos dizem que o sistema tem recursos para o pagamento integral de todos os benefícios pelo menos até 2040 e que o presidente está criando uma crise onde não existe para justificar mudanças que têm como objetivo colocar os recursos nas mãos de empresas privadas.
Não existe um consenso nem mesmo entre os especialistas sobre a viabilidade do sistema nos moldes atuais. O sistema é financiado com contribuições de 12,4% sobre o salário, metade paga pelo empregado e metade pelo empregador.
A idade limite para aposentadoria é 62 anos com desconto e 67 anos (em processo de ampliação em relação ao limite de 65 anos há alguns anos) com benefício integral. O sistema foi criado em 1936 pelo presidente Franklin Roosevelt. O benefício médio de um casal é US$ 20 mil por ano, valor que pode ser reduzido em 30% pela proposta do governo.
"O governo quer usar o Seguro Social para tapar o buraco nas contas públicas depois do corte de impostos e também quer dar milhões de dólares ao sistema financeiro", diz o economista Mark Weisbrot, diretor do Centro de Pesquisa Econômicas e de Políticas.
No pano de fundo dessas reformas está o fortalecimento do que Bush chama de "ownership society"(sociedade proprietária), ou seja, que as pessoas tenham o poder de decidir seu futuro e sua vida financeira, reduzindo ainda mais o papel do Estado na sociedade.
Mas os grupos de oposição argumentam que o próprio Seguro Social poderia investir em opções mais rentáveis no mercado financeiro, em vez de apenas comprar papéis do governo, que são mais seguros mas rendem pouco.
Velasco acha que vai ficar definido já neste ano se Bush terá ou não sucesso na reforma, porque a partir do próximo ano já começam a aparecer os candidatos a sucedê-lo.
"Nos próximos quatro anos o que vai dar mais dor de cabeça politicamente ao presidente Bush não é o partido democrata, mas o próprio partido republicano, com a disputa pela sucessão", afirma.
Indenizações médicas
Outra reforma que figura no topo da lista de prioridades do presidente é a do sistema de indenizações judiciais para reparações de erros médicos e outros processos de negligência. Bush quer limitar a US$ 250 mil o valor das indenizações pagas por danos não financeiros, que hoje chegam a milhões de dólares.
O projeto foi lançado pelo presidente num discurso num hospital numa cidade pequena do Estado de Illinois, na primeira semana de janeiro. Bush fez um longo discurso tentando convencer os americanos de que o valor crescente das indenizações está levando a um aumento no custo dos seguros que torna impossível o funcionamento de pequenos hospitais e mesmo de consultórios em cidades do interior.
De um modo geral, as reformas são desenhadas para cumprir a promessa do presidente Bush de tornar os Estados Unidos "o melhor lugar no mundo para se fazer negócios".
A teoria é a de que a redução de impostos e de complicações legais vai atrair mais empresas e dinamizar ainda mais a economia, que passou por uma recessão em 2001.
O presidente também quer embarcar numa reforma fiscal, cujo projeto inicial está sendo estudado por uma comissão com membros dos dois partidos, que vai apresentar um relatório no meio do ano.
Bush também quer mudar algumas leis de imigração, para permitir a entrada de trabalhadores de outros países. Ele argumenta que a permissão para entrada legal desses imigrantes vai aumentar a segurança na fronteira, especialmente com o México, por onde passam milhares de imigrantes ilegais todos os anos.
Um assunto raramente mencionado pelo presidente, no entanto, são as reformas na área econômica, que muitos analistas --principalmente os alinhados com a oposição-- dizem ser fundamental para conter o crescente déficit na balança comercial e no orçamento do governo.
fonte:folhaonline.com.br




