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Segundo o ministro, o regulamento liga a imigração ao mercado de trabalho e "quem estiver trabalhando terá direito a um visto de residência".
Este novo regulamento estabelece os requisitos para que os imigrantes residam e trabalhem legalmente na Espanha e abre um processo especial de três meses para a regularização dos trabalhadores que residem no país em situação administrativa irregular.
Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de imigrantes na Espanha varia em torno de três milhões e, segundo estimativas do governo, a cifra de ilegais se situa em torno de 800 mil.
O texto aprovado foi negociado com os sindicatos majoritários do país e também contou com o apoio de associações de imigrantes e ONGs que trabalham com estrangeiros no país.
A partir de sua entrada em vigor, os estrangeiros ilegais terão três meses para regularizar sua situação se forem contratados por um período mínimo de seis meses e provarem que estão na Espanha há pelo menos seis meses.
No caso de setores como o de hotelaria e construção, o contrato poderá ser descontínuo, mas deverá somar ao menos seis meses.
No setor agrícola, este período pode ser reduzido a três meses e no serviço doméstico o próprio estrangeiro poderá apresentar a documentação, que consistirá de diferentes contratos com vários empregadores que somem 30 horas semanais.
Quando terminar o período transitório de três meses, os imigrantes irregulares só poderão obter a documentação por motivos humanitários ou extraordinários.
Pela primeira vez na Espanha será o empregador que apresentará a documentação necessária ao governo para a legalização do imigrante. Também pela primeira vez, serão examinados os antecedentes penais do país de origem do estrangeiro que pretende se beneficiar do processo.
O ministro do Trabalho expressou sua convicção de que o regulamento de imigração legalizará a economia informal, combaterá o trabalho ilegal, favorecerá o crescimento econômico do país e ajudará na integração social dos imigrantes.
A admissão de mais trabalhadores estrangeiros estará condicionada à situação do emprego na Espanha. Caso alguma área apresente carência de mão-de-obra, serão admitidos mais estrangeiros.
fonte: ultimosegundo.com
Um imigrante filipino surdo, filho de um veterano da II Grande Guerra Mundial, está pedindo junto ao governo federal para relaxar os procedimentos de deportação contra ele, baseado em fundamentos de humanitarismo.
Gerardo Dulalia, 39, que trabalha como interprete em Ohlone College em Fremont, perdeu a sua última chance para se tornar residente permanente legal nos Estados Unidos depois que seus país morreram no espaço de um ano, em 2000 e 2001. Ele tem uma audiência de deportação perante um juiz de imigração, em

O pai de Dulalia, Pablo Zuniga Dulalia, serviu com as tropas dos Estados Unidos durante as batalhas da II Grande Guerra nas Filipinas e havia recebido a promessa da cidadania pelo governo do Estados Unidos. Não foi até que em 1990, quando tais veteranos estavam atingindo os seus 70 e 80 anos de idade que o governo dos Estados Unidos fez o bem pela sua promessa de 44 anos, concedendo a cidadania americana aos pai de Dulalia. A família Dulalia se mudou para os Estados Unidos em 1992.
Mas pelo fato de Dulalia, que havia nascido nas Filipinas, já ser um adulto quando seu pai recebeu a cidadania, ele não derivou automaticamente os benefícios da imigração. Seus pais, então, sua mãe, que era portadora do green card, submeteu requerimentos em seu favor para o status de residente permanente nos Estados Unidos, disse Perez.
Dulalia primeiramente veio aos Estados Unidos em 1987, com um visto de estudante, para estudar na escola de surdos na
O irmão de Dulaia, que é um cidadão americano, pode submeter um pedido, mas a Dulalia seria exigido deixar o país e esperar por 22 anos até seu requerimento fosse processado.
Fonte: mercurynews.com
Sob o
Estados Unidos poderiam pedir por vistos de trabalhos renováveis por três anos. A administração também procuraria um aumento não especificado no número de “green card” concedendo residência permanente.

O México planeja saltar para uma pressão de política de imigração em 2005.
Fonte: brandenton.com
Washington – Os esforços renovados do Presidente mexicano Vicente Fox com grupos de pressão política para mudança na política de imigração dos Estados Unidos, talvez venha a ferir a sua causa ao invés de ajudá-la e poderia galvanizar oposição num Congresso Americano dividido, disseram os oficiais sêniores dos Estados Unidos.
O governo mexicano está planejando um esforço de múltiplos objetivos nos Estados Unidos a favor de milhões de mexicanos trabalhando sem documentação apropriada. Alvos poderiam incluir grupos agriculturais e organizações latinas. O México quer um sistema para regular o fluxo de ida e

Entretanto, alguns oficiais dos Estados Unidos dizem que se o governo americano se inserir no que eles chamam um assunto doméstico altamente sensível, poderia complicar o que já se tece
fonte:guiadoimigrante.com
Parada de ônibus, mercados caribes, a barbearia da esquina. Esses lugares têm se tornado as fontes de alarme e fúria para os imigrantes haitianos de
Assim

“Todos estão com medo de sair para fora agora”, disse Tony Jean-Thenor, presidente do Veye-Yo, grupo de observadores políticos em
Mesmo os haitianos com seus documentos em ordem disseram que estão sentindo uma encolhida. Lyvie Fatal, uma educadora de saúde e cidadã americana, disse que recentemente cancelou uma visita para sua irmã em North Miami porque disse que não conseguiu encontrar seu passaporte e estava com medo de sair de casa sem ele.
Não existem perguntas, entretanto, que as deportações estejam em ascensão. O Departamento de Imigração e Execuções Alfandegárias anunciaram no mês passado que teria deportado 157.281 imigrantes ilegais durante o ano fiscal de 2004, um aumento de 7 por cento em remoções de criminosos e um aumento de 10 por cento em remoções de não-criminais tais como turistas que tenham permanecido além do período de estadia de seus vistos, comparados com o ano de 2003.
Fonte: sunsentinal.com
Por Jorge A. Bañales Washington, 24 dez (EFE).- Grupos de cristãos conservadores afirmam que há nos Estados Unidos uma campanha para diluir a essência religiosa do Natal, uma queixa com a qual concordam muitos que não são cristãos e estão cansados da excessiva comercialização das festas de fim de ano.
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A ACLU e outras organizações que defendem os direitos civis afirmam que a exibição de símbolos religiosos em prédios governamentais e escolas públicas viola a separação entre Igreja e Estado estipulada pela Constituição dos EUA.
Durante anos, a ACLU e alguns grupos indignados pela instalação de presépios, estrelas de David ou candelabros em prédios governamentais, e pela celebração destas festividades nas escolas públicas, iniciaram ações judiciais que transformaram o espírito festivo e a diversão infantil em um campo de batalha de advogados.
A festa dominante é o
Em
"O Natal marca o clímax da safra dos comerciantes", ressaltou Conrad Goeringer, do grupo Ateus Americanos. "Os varejistas freqüentemente fazem quase 25% de suas receitas anuais nestas datas".
Entre os que propõem um retorno fiel à celebração do
A organização XmasResistance (www.xmasresistance.org) e grupos similares na Europa e na Austrália sustentam que "as compras natalinas são ofensivas e suntuosas". A comercialização do
fonte: Yahoo!Noticias
As agências dos Correios em
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Inicialmente, o dia 15 foi definido
"Só não sabemos com precisão quantas cartas foram adotadas, pois os dados todos ainda não foram repassados aos nossos sistemas", comentou a funcionária do correio Isabel Silveira. Segundo ela, os pedidos são atendidos conforme o possível. Os presentes são transportados em veículos Kombi. Cada uma tem capacidade para levar cerca de 50 embrulhos.
Quarenta e sete presentes foram entregues na terça-feira (21) a crianças do bairro Habiteto. Ontem, aproximadamente 200 deles foram distribuídos em bairros como Jardim Rodrigo, Jardim Baronesa, Vila Barão, Parque Vitória Régia, Lopes de Oliveira, Jd. Santo Amaro, São Guilherme, entre outros. A campanha "Adote uma Cartinha" nasceu de um projeto da diretoria regional dos correios de
Procedimento
A triagem das cartas é feita por funcionários do correio e as selecionadas ficam na unidade localizada no Jardim Gonçalves, à disposição dos interessados, que podem lê-las e escolher aquelas que querem adotar. Após a definição, a pessoa fica responsável em comprar o presente e o deixa com a carta no correio, para ser entregue depois. Outra possibilidade é que o próprio benfeitor o faça.
Conforme Isabel, quem ainda quiser participar, o ideal é que escolha a carta e até amanhã deixe o presente nos correios, para que seja entregue no dia seguinte. "Do contrário a pessoa terá que entregá-lo pessoalmente", acrescentou. É que na véspera de
fonte: cruzeironet.com.br
Com cerca de 40 crianças ucranianas e russas
Amanhã, às 15h00, a delegação da Figueira da Cruz Vermelha Portuguesa vai receber cerca de 40 crianças filhas de imigrantes de Leste, para uma festa de Natal. A iniciativa, partiu de uma professora ucraniana, há 3 anos em Portugal, porque «as crianças portuguesas têm as suas festas nas escolas e há muitos meninos do leste que não conhecem a língua e não têm amigos. Assim, vão poder fazer amigos».
Natalia Bekh, que conta com a colaboração da Associação Viver em Alegria, além da CVP, adianta ainda que a festa «vai ser com tradições de lá», ou seja, o Pai Natal surge acompanhado da sua pequena neta, de nome Snegurochka. «Vamos fazer um espectáculo com jogos e brincadeiras porque a nossa festa é muito feliz», sublinha, focando ainda as «danças especiais à volta da árvore de Natal», junto da qual se formulam pedidos para o novo ano que se avizinha.

No seu país, é costume as crianças prepararem danças e poesia, visitando depois os vizinhos, mas aqui, como vai ser a primeira festa de Natal a realizar «as crianças não estão preparadas».
Refira-se que esta iniciativa surge na sequência de um outro trabalho de implementação na Figueira, da Associação de Imigrantes dos Países de Leste, designada "EDINSTVO", que já existe há dois anos em Setúbal e que «tem realizado um trabalho muito positivo», tendo já aberto uma escola para crianças de leste.
Natalia Bekh, a directora regional já apresentou este projecto à Câmara Municipal, ao Instituto do Emprego e Formação Profissional e ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e foca que o grande objectivo «é proporcionar uma rápida integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, para uma melhor adaptação à Figueira da Foz».
Um imigrante mexicano confessou nesta segunda-feira, 20/12, que assassinou o
reitor adjunto da Universidade Estatal do Arizona (ASU), com quem mantinha
relação homossexual.
O porta-voz da polícia de
Phoenix, Tony Morales, disse que o imigrante – que já está preso – tem 29 anos,
veio do México e responde pelo nome de Fabián Gutiérrez López.
Morales explicou que Gutiérrez
confessou às autoridades que mantinha relação homossexual com o reitor adjunto
da ASU, John Babb, 56, mas que tiveram uma discussão na residência dele em
“Eles estavam conversando quando
a vítima disse (a Gutiérrez) que estava infectado com o vírus HIV e isso o
enfureceu”, destacou Morales.
O acusado confessou que deu
alguns golpes em Babb e em seguida o apunhalou com uma tesoura repetidas vezes.
Gutiérrez disse que envolveu a vítima em um pano para que ela ficasse
imobilizada. Gutiérrez então pegou o carro de Babb e fugiu da residência. O
corpo do reitor foi encontrado pela polícia no dia seguinte.
Agora o imigrante mexicano poderá
ser condenado à pena de morte.
fonte: mixbrazil.uol.com
O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou que o sistema nacional de imigração não funciona e que é necessário legalizar a situação das pessoas que chegam ao país para desempenhar trabalhos que os norte-americanos
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Bush garante pleito no Iraque em janeiro
"Quero que as patrulhas de fronteiras se concentrem em capturar os ladrões e os traficantes de drogas e não se atenham às boas pessoas que só querem vir aqui para trabalhar", declarou o presidente, que insistiu na necessidade de encontrar uma "via legal para diminuir a pressão na fronteira". "Temos de reconhecer que as pessoas vêm aqui para executar trabalhos que os americanos não querem fazer e tem de haver uma forma legal de fazê-lo", afirmou.
No entanto, esclareceu que não propõe um sistema "de cidadania automática", mas julga necessário criar um processo "compassivo" para tratar os imigrantes que "só querem colocar comida na mesa".
Quando assumiu a presidência, em 2001, um dos projetos de Bush era a reforma migratória, com um sistema de trabalhadores temporários que permitisse garantir a força de trabalho às empresas americanas, ao mesmo tempo que tirasse milhões de pessoas da ilegalidade. No entanto, depois dos atentados terroristas de 11 de setembro daquele ano, esse projeto foi esquecido, e a Casa Branca se concentrou nas guerras no Afeganistão e no Iraque, e em fortalecer a segurança interna.
fonte: terra.com.br



