Fonte: boston.com
“ Permitir que todos os motoristas da Califórnia se torneme portadores de uma carteira de motorista irá melhorar a segurança pública para todos, por tornar os imigrantes motoristas treinados, testados e confiáveis.” disse Cary Sanders, Diretor de Plano de Ação nos Serviços, Direitos dos Imigrantes e Trabalhos de Educaçao em San Jose.
No último ano, o autor do projeto, Gov. Gray Davis assinou uma norma permitindo imigrantes ilegais de tirarem carteira de motorista, no entanto, essa norma foi rejeitada com a vinda do Gov. Arnold Schwarzenegger.
O esforço está sendo conduzido pelo “The San Jose Driver’s License Action Netwok”, uma liga de trabalho e base de grupos comunitarios religioso, incluindo SIREN que juntou-se ao grupo para apoiar a legislação antes dela ser rejeitada. Membros já recolheram cerca de 5,000 assinaturas, e esperam conseguir mais 25,000 para enviar a Schwarzennegger em 20 de maio, disse Sanders.
Fonte: Mercurynews.com
As razões mais repetidas pelos mais de mil cidadãos indagados foram o aumento da criminalidade no Reino Unido, o preço da moradia, as extensas horas de trabalho e, também, o clima sombrio. Depois da Austrália, a Espanha é o destino favorito para os habitantes do Reino Unido, apesar de ser um país não anglófono como os seguintes na ordem de preferência: Estados Unidos, Nova Zelândia e Canadá.
Dezenove por cento dos entrevistados comentaram que emigrariam para começar uma nova vida, enquanto que 24% dizem que não gostam no que se converteu seu país. Os residentes da Escócia são os que estão mais contentes com seu estilo de vida, já que só 39% namoram a idéia de deixar sua terra.
O estudo foi feito para o programa Get a New Life ("Comece uma nova vida") da BBC2, que mostra como os britânicos se adaptam quando emigram para países tão diferentes como Costa Rica e Moçambique.
De acordo como o programa piloto, os funcionários de Imigração e Controle Alfandegário estão designados para o setor de imigração, e preparados para prender pessoas que estejam com determinação para deixarem o país, em virtude de terem perdido suas ações em Juízo, normalmente processada na área civil e não criminal. Eles permanecem nos sites de detenção da imigração até se exaurirem todos os recursos ou remeterem o valor da fiança.
Advogados de imigração dizem que o programa atinge somente pessoas sem antecedente criminal, que estão perseguindo seus direitos dentro do sistema legal dos EUA. Normalmente, estrangeiros que ajuizam ação para obterem uma decisão judicial estão com permissão para permanecerem livres. Àqueles que têm seus pedidos indeferidos em Juízo e concordam em deixar o país voluntariamente, geralmente, lhes é concedido um tempo para colocarem seus negócios em ordem , normalmetne depois de enviarem uma fiança modesta.
O plano de ação tem sido prejudicado, diz o governo. Funcionários estimam que cerca de 90% daqueles que têm ordem para deixar o país, mas não para serem detidos, normalmente, acabam permanecendo em desafio da lei.
Permanece obscuro se o sistem de imigração pode levar avante esse tipo de programa em escala nacional.
A determinação executiva Abril 9 do Gov. Hohn Baldacci foi alertada por uma violenta coação ocorrida no início desse ano, em que agentes federais prenderam diversos imigrantes em Portland.
Baldacci assinou a determinação depois de consultar-se com vários órgãos do Estado para determinar como a norma iria afetar suas operacões. Ela proibe que empregadores do Estado venham inquirir sobre “status” de imigração, exceto em circunstâncias limitadas.
A determinação é similar àquelas criadas por várias
cidades em todo país, incluindo Portland, no entanto, parece ser a primeira
dessa natureza a ter influenciado todo o Estado.
"Ele não tem muito dinheiro. Eu não tenho muito dinheiro", disse Michael Brin, pai de Sergey Brin, presidente do Google, em entrevista.
"Ele vive em um apartamento alugado, de dois quartos, e dirige um Toyota Prius", disse o pai, referindo-se a um modelo híbrido acionado por gasolina e eletricidade, que custa cerca de 20 mil dólares.
Brin pai preparou o caminho para a clássica história de sucesso de seu filho nos Estados Unidos ao emigrar da União Soviética em 1979. O pai, matemático, trabalhava como economista em um instituto da Gosplan, a agência de planejamento central comunista.
"A maior parte do meu tempo era dedicada a provar que os padrões de vida na Rússia eram muito, muito superiores aos norte-americanos. Imagine só", disse Michael Brin à Reuters, que nos tempos soviéticos ganhava 185 rublos por mês.
Devido à discriminação contra os judeus, Michael Brin e sua mulher, matemática trabalhando em engenharia civil, partiram em 1979 com seu filho, Sergey. Michael Brin conseguiu trabalho no departamento de matemática da Universidade de Maryland, onde continua a lecionar, e acreditava que o filho seguiria seus passos, como ele havia seguido os de seu pai.
"Saímos de lá por nosso futuro e pelo de Sergey. Não queria que ele enfrentasse a mesma situação que eu", disse Michael Brin em entrevista telefônica. "Esperávamos que ele se tornasse "um gigante da indústria", como diz a revista Time? Não, nem fazíamos idéia. Eu esperava que ele conseguisse seu doutorado e se tornasse alguém, talvez um professor universitário."
Sergey está de licença em Stanford, onde estudava para seu doutorado. Terminou por fundar o Google, o mais popular serviço de buscas online do mundo, que muitos esperam que anuncie esta semana seus planos de abertura de capital. Apesar das inovações do Google, Sergey não pode nem aproveitar o momento, diz seu pai.
"Ele tem muitos problemas. Há processos, há uma polêmica com o site Jewwatch", disse Michael. "Ele tem que cuidar de muitas coisas. Eu não acho que ele tenha tempo de refletir o que está acontecendo com ele."
"Ele é responsável pelo o que criou e tem que continuar cuidando disso. Ele não pode sumir ou se aposentar", acrescentou. "Vai precisar esperar mais alguns anos antes da situação estar estável o suficiente para ele transferir parte de suas responsabilidades para outras pessoas."
Mas Sergey vive na ensolarada Califórnia e então tem que ter algum tempo para aproveitar o clima.
"Eu liguei para ele recentemente, há dois dias. Ele estava patinando
no campus da Stanford. Ele estava com Larry Page (amigo que ajudou a fundar
o Google) e sua namorada", disse Michael. "Eles estavam apenas patinando.
Não estavam falando sobre assuntos importantes ou algo parecido."
Mas o ministro do Interior do país, David Blunkett, admitiu que as carteiras não serão suficientes para proteger o país contra atentados.
Grupos de defesa das liberdades civis e alguns parlamentares prometeram mobilizar-se contra a medida.
Os britânicos, ao contrário de outros moradores da Europa, só tiveram de portar carteiras de identidade em época de guerra. Os últimos documentos compulsórios de identidade haviam sido extintos em 1952, pelo governo de Winston Churchill.
"Isso não resolverá o problema (do terrorismo) e nem garantirá necessariamente a segurança no futuro, mas será uma contribuição positiva", afirmou Blunkett em entrevista à rádio BBC.
A carteira de identidade desencorajaria a entrada ilegal de pessoas no país e protegeria os serviços públicos de transporte, afirmou.
O governo pretende criar um banco nacional de dados contendo o rosto, a imagem da íris e as impressões digitais dos britânicos.
As carteiras de identidade opcionais só devem entrar em circulação em 2007 -- depois da próxima eleição -- e só se tornarão obrigatórias em 2013 e apenas se o governo e o Parlamento empossados então concordarem com a medida.
Segundo os críticos, as medidas são impossíveis de serem implementadas e representam uma invasão de privacidade.
Durante um tour em 10 cidades norte-americanas, que teve início hoje,
em Chica, Espuelas fala sobre o livro que edve ser lançado no Brasil
ainda esse ano.
Espuelas foi fundador da StarMedia Network, corporação de meios
integrados que foi lançada com um cartão de crédito. No
seu momento culminante e antes do estouro da internet, a empresa chegou a ser
um império de US$ 4 bilhões.
Na América do Norte, isso da saudade toca mais na alma do coração porque o ambiente que domina - o que rodeia o imigrante diariamente - é outro completamente alheio ao seu natural; alias, ao seu do torrão português... O peixe fora do seu ambiente natural luta sempre por uma pinga de água...
Quem está diariamente rodeado da sua cultura - a sua identificação pessoal e a forca natural - não pode sentir falta dela - física, mental e espiritualmente. Esse ambiente faz parte integrante da pessoa. E essa pessoa faz parte integrante do ambiente. A interdependência domina, e completa a vida inteira.
E como mãe e filho(a). A criatura que vive dentro dela, e dela. Quem sai dela, quer, por natureza, identificar-se com ela. Quer abraçá-la e beijá-la quando é criancinha. Mais cedo ou mais tarde, quer andar a roda dela por força de segurança emocional, carinho, atenção familiar - por força da sobrevivência. Depois vem a adolescência - fase descobridora e bastante insegura. Fase de existencialismo por excelência - provavelmente a fase mais existencialista de toda a vida humana. E só pós-adolescência se restabelece uma confiança adulta, um amor mais seguro, uma compreensão mais ampla de auto-realização, e um entendimento que confirma a aceitação da vida e das realidades bonitas e feias dela. Isso tudo faz parte integrante da teia cultural do ambiente da vida quotidiana de cada ser humano.
E quando ele pode participar, apreciar, expressar algo que seja seu, torna-se sempre - para o e/imigrante - algo mais profundo, mais querido, mais gostoso, porque não é coisa que ele saboreia todos os dias - embora gostasse que fosse mais frequentemente. É natural que o emigrante nem pode estar lá, no torrão, nem cá, na terra acolhedora, simultaneamente. Precisa de estar na terra nova, mas precisa da sua nativa também. Vai para a terra de berço e satisfaz o bichinho roedor. Faz-lhe a vontade - mata saudades. Ficando lá muito tempo, já fica com outro bichinho a roer-lhe a alma do coração; outras saudades para matar. Regressa para viver a vida como vem fazendo há 20, 30, 40 ou 50 anos, ou mais, na terra que lhe abriu os braços quando mais precisava - terra onde ganha a vida, onde os filhos agora se vem criando, ou já se criaram.
A distância afasta o físico, mas não acaba com ele; desvia o coração, fazendo-lhe mais perto ainda; e atenua o espírito mas nunca mata a alma.
E como o nosso Carlos do Carmo bem canta no seu rico e sentimentalíssimo fado: "Por Morrer uma Andorinha, Não Acaba a Primavera". E a "Casa Portuguesa" - de quatro paredes - da nossa incomparável Amália Rodrigues, com certeza terá sempre cachos de uvas douradas, e muitos beijinhos à nossa espera... E o "Velho Luís" de Paulo Alexandre a brindar com vinho verde do Minho - do nosso Portugal? Sim! Vamos! Vamos brindar, irmão Luís! E vamos ainda matar o bicho com aguardente da terra no nosso Nordeste da Ilha Verde - de São Miguel - nas nossas ilhas de bruma. E tomar um copo ou dois (ou três...) de vinho de cheiro, e comer ananases das melhores doa estufa Arruda (e aqueles licores de maracujá e ananás?), e inhames saborosas p"ra caramba da Bretanha, polvo guisado, torresmos de molho de fígado, linguiça, morcela com ananás - ai, ai, ai...- fervedouros, e chupar em cana doce, deliciar malassadas com açúcar no queixo, massa sovada, favas guisadas - das ricas, arroz-de-lapas - ai-que-eu-morro -, tremoço, e comer nêsperas maduras, caldeiradas de peixe, figos apanhados das próprias figueiras... E, ainda, as farturas com fartura, cozidos e caracóis... E o nosso bacalhau - o nosso sempre fiel amigo? E o medronho do Algarve? E a querida ginjinha de Lisboa? E os riquíssimos pastéis de nata de Belém - sem igual para guloso fino e não só - seja onde for, a dobrada e vinho do Porto, o tinto ribatejano, o espadarte, maracujá, nêsperas, espetadas de carne com sal, pimenta e alho, assadas à moda de Ponta Delgada, ao norte da ilha da Madeira, e o riquíssimo vinho aperitivo da Madeira e Porto Santo (e que bordados no lindo Funchal, meu Deus!), sardinhas de Peniche, Nazaré, Sesimbra, Caldas da Rainha, ou ainda de Cacilhas, chicharros das águas nocturnas açorianas e madeirenses, bagaceira de Coimbra, a bica e não só, sandes de fiambre nos refeitórios das Universidades de Lisboa e Coimbra, sardinhadas na movimentada Feira Popular, peixe espada nas tascas ruas de Saldanha, cerveja - a nacional - Sagres, Sumol, Larangina C, os presuntos e folares magníficos para morrer de Trás-os-Montes...
Saudades? Não queiram saber!! Quem nos dera ir à tourada no Campo Pequeno ou fugir a frente do touro em Serreta, Terceira - desafiando bicho fortíssimo e evitando chifre-no-rabo - ou até correr atrás dos porcos na aldeia - Feteira Grande, Nordeste (o que já se fez em New Bedford, não só nos Açores) - em dia da matança, e, ainda, a noite, saltar a fogueira de louro no dia de São João... Que cheiro aromático tocando em todos os sentidos inesquecíveis da fibra humana! Ate faria inveja ao maior "cagarro" de Santa Maria de todos os tempos - Cabral, Gonçalo, aquele Velho morador há tantos anos nos fascículos históricos dos Açores que, por infelicidade de séculos pretéritos, nunca chegou a provar o deliciosíssimo bolo na panela da Tia Mariquinhas.
Vem a ser aquela fome do que já foi, da fome que continua actualmente; alias, aquele "grande-pouco" do nosso ser que chegou a sobreviver e que ainda nos ajuda a sobreviver, sem nos enlouquecermos por completo em terras alheias. A sobrevivência da cultura em terras alheias depende por completo na vontade do coração português.
O sentimento e o que salvaguarda a própria cultura nativa no coração. E o que se torna, por necessidade, companheiro profundamente indispensável como identidade própria mais chegada ao espírito da alma portuguesa - do ser-se português. E, em fim e ao cabo, o instinto pessoal/social que preserva/fortalece a gente da nossa gente em terras acolhedoras. Isso abraça-se com toda a força porque fazia parte integrante da vida de outrora na terra. Deseja-se continuidade do mesmo - do ser - de si e sempre. É precisamente isso o que faz ainda mais apreciar-se a cultura. É isso, sem a mínima sombra de dúvida, que traz, e da, vida ao espírito da alma lusitana...
Para se sentir mais assiduamente a saudade, é preciso não ter o que se tinha, e é preciso estar-se num estado entre dois mundos distintos, ate certo ponto; alias estar-se num estado "limbolandês" entre aqueles dois (ou mais) mundos... E estar-se desejosos, sem se satisfaze
O programa “on line”, INFOPASS, irá permitir que os usuários possam marcar compromissos com os escritórios de imigração. Um programa piloto complementar irá capacitar requerentes qualificados a receberem suas carteiras de residentes permanentes no prazo de 90 dias contados da data da entrada de seus pedidos.
O programa piloto de Dalas Texas permite que os usuários preencham seus próprios pedidos relativos a requerimentos a serem processados para parentes estrangeiros, residência permanente ou para modificação de status, no prazo de 90 dias, contados da data da entrada efetiva do pedido. Pelo sistema antigo, a espera era muito mais longa.
A agência de Dallas já conseguiu reduzir o acúmulo de serviço em cerca de 30% ao mês. Por volta de setembro, a agência espera já ter processado todos os pedidos feitos através do sistema normal até abril. O programa piloto também pode servir para outros requerimentos, como o requerimento de pessoas sorteados ou de viúvas, afirmou.
Eles irão começar entrevistando os usuários que fizeram seus registros pelo INFOPASS em 3 de maio.
O serviço INFOPASS é apresentado em inglês, espanhol, haitiano/creolo, tendo em vista sua ida para a Flórida, disse Sapko. O INFOPASS já está em uso em Miami.
A agência planeja acrescentar outros idiomas no programa. Sapko disse que a agência irá colocar quiosques com acesso a internet nos seus departamentos, de forma a possibilitar aqueles que não têm acesso à Internet possam marcar os compromissos usando o sistema “on line”.
Fonte: HoustonChronical.com