Partida Voluntária - Perguntas e Respostas

As leis de imigração têm limitado severamente as opções daqueles que estiverem em processo de deportação.Principalmente o procedimento usado durante os últimos sete anos conhecidos por “Partida Voluntária”. Vamos analisar aqui alguns pontos importantes.

Pergunta [P] - O que é partida voluntária?

Resposta [R] - Partida voluntária é a viabilidade do estrangeiro que estiver em processode deportação poder sair dos Estados Unidos voluntariamente, ou seja, sem ser deportado.Este procedimento é usado, geralmente, quando não há outra opção melhor disponível.

Atualmente, o estrangeiro só qualifica para esse procedimento se conseguir provar de que é pessoa de bem, com ótimos valores morais e capaz de pagar por sua própria transportação.

Uma vez concedido o pedido, o estrangeiro tem chances de obter uma permissão de trabalho temporária até sua partida e algumas vezes a facilidade para obter um cartão de seguro social e, em alguns Estados, até uma carteira de motorista.

[P] - Continua a lei com esse direito à partida voluntária?

[R] - Sim, mas a lei divide essa partida em 2 estágios e acrescenta uma série de dificuldadese restrições para o estrangeiro qualificar.

No primeiro estágio, a partida voluntária pode ser permitida antes que o processo de deportação seja aberto ou durante o processo; antes que esse termine.Nesse caso, tanto o USCIS como o juiz de imigração garantirão a partida voluntária.Para qualificar, o estrangeiro não pode estar sendo deportado por atos criminais ou terroristas.E o aplicante deverá pagar uma fiança.

[P] - Existeum limite de tempo para a partida voluntária antes do fim do processo de deportação?

[R] - Sim, e os limites da nova lei são 120 dias.E, como essa permissão de estadia é dada por escrito, fica muito difícil do USCIS extendê-la após seu vencimento.Antigamente, antes dessa lei, o estrangeiro não tinha limite de tempo e o período de partida voluntária poderia ser de três mêses a até um ano.

[P] - Qual é o segundo estágio?

[R] - É quando o juiz pode conceder a partida voluntária mesmo depois de terminado o processo de deportação.Os requerimentos para isso são praticamente os mesmos do primeiro estágio, mas com a exigência de que os estrangeiro deva ter residido, fisicamente nos Estados Unidos pelo menos por um ano antes do processo de deportação ter começado.

Quanto ao prazo de permanência no país antes da partida voluntária e após a conclusão do processo, o juiz pode permitir um período de até 60 dias.

No entanto, se esse período poderá ser extendido ainda não se sabe.Talvez no futuro.Também nesse caso, é exigido do estrangeiro o pagamento de uma multa, no final do processo de deportação, que deverá ser devolvida ao estrangeiro quando esse comprove que deixou o país no tempo estipulado.

O que esse significa é que, se o estrangeiro não estiver tendo um bom caso deportação, ou seja, quando não tem chances de ganhar o caso, o advogado do interessado deve fazer um acordo com os advogados doUSCIS, para um acordo com os advogados do USCIS, para uma partida voluntária, antes do término do processo de deportação.Nesses casos, o estrangeiro poderá obter permissão de estadia por até 120 dias e chances de não precisar pagar a fiança

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Quem e aquele turista?

Outono. Uma época maravilhosa para se viajar; especialmente para os Estados Unidos. As cidades principais, tais como New York, estão vivas com côres e atividades. As pessoas estão felizes pensando em coisas divertidas para se fazer. Tudo está bem. É a época quando milhares de latino-americanos e seus familiares vêm aos Estados Unidos para visitar seus amigos e parentes.

A maioria dos que chegam com vistos de turistas são genuínos visitantes em férias, mas outros esperam usar isso como um meio de ficar aqui para sempre, ou então até que eles possam ganhar dinheiro suficiente para mandar para a casa. Todos esses visitantes têm algo em comum. Ele foram ao Consulado Americano para requerer os seus vistos de turista. E mesmo que todos eles tenham recebido o visto, apenas aqueles na verdade estão vindo para visitar numa situação de curto período, estão intitulados a tal. A razão para isso é simples. Um visto de turista, seja para negócios ou lazer, tem o significado de ser usado para uma curta viagem aos Estados Unidos por aqueles que mantém uma residência no país de origem e intencionam voltar para lá depois da viagem. Eu enfatiso: intencionam voltar porque esse é o mais importante fator para o serviço de imigração. Essa intenção é o que o inspetor da imigração, verificando o seu passaporte junto à fronteira está tentando determinar. Ao falar com você, ele está olhando para você, sua bagagem, e forma como você fala e se veste. Ele quer determinar se você é realmente um turista ou intencionado imigrante tentando chegar através do ponto da fronteira afirmando falsamente que você é um turista. Na maioria das vezes, não há problema. Após poucas palavras e uma olhada na bagagem, o visitante é admitido. Mas, em muitas outras vêzes, muito mais vêzes do que você possa acreditar, algo no comportamento das pessoas faz o investigador suspeitar. A suspeita pode se tornar num pesadêlo.

Mesmo que a pessoa seja um genuíno visitante, certos objetos em suas posses irão convencer o inspetor de que a pessoa está mentindo para ele está vindo aos Estados Unidos para permanecer além do período autorizado de estadia. Uma vez que o inspetor de imigração coloca em sua cabeça que a pessoa está mentindo, ele começa a aplicar pressão psicológica para estabelecer "a verdade". Isto é, a verdade da forma como o administrador da imigração vê. Sua tática irá intimidar a fim de obter um documento assinado chamado "withdrawal of application for entry" ("retirada de solicitação para entrada"). Esse documento é uma garantida viagem de volta para a casa no próximo vôo disponível.

É uma pena para a pessoa tentando entrar aos Estados Unidos sem a documentação apropriada. Sob a lei atual existe agora algo chamado "expedited removal" ("remoção acelerada"). Isso dá aos oficiais da imigração o poder individual para mandar: removido (deportado) dos Estados Unidos qualquer pessoa que tente entrar através de fraude ou que chegue sem documentações apropriadas.

Chegadas de estrangeiros que pareçam ser inadmissïveis por não terem documentos ou porque seus documentos parecem falsos, devem ser processadas sob remoção acelerada e pode nem ser mandado para uma audiência com juiz de imigração. Muito embora ordens de remoções aceleradas requeiram aprovação supervisória perante o serviço mediante o estrangeiro. Por aprovação, essa autoridade de aprovação pode ser dada mesmo a um segundo supervisor . Entenda que nós estamos falando sobre um empregado do USCIS que estará fazendo essas decisões, não uma pessoa imparcial, tal como um juiz.

A lei toma ainda um tom mais sério quando uma pessoa solicita o asilo politico. Se o estrangeiro indica uma intenção para solicitar o asilo politico, ele é mandado para um administrador de asilos. Se um estrangeiro não pode convencer o administrador do USCIS que a solicitação para asilo é válida, então o caso não será mandado para um administrador do asilo. Se o administrador do USCIS acredita no estrangeiro, então eles irão conduzir uma "credïble fear of persecution interview"("entrevista sobre concebível mêdo de perseguição"). Normalmente, a entrevista sobre o mêdo concebível não acontecerá antes de 48 (quarenta e oito) horas depois que o estrangeiro chegue às instalações da detenção.

O que faz com que o inspetor da imigração suspeite de que a pessoa não é realmente um turista? Normalmente é algo aparente. Por exemplo, a maioria das pessoas assumem que os turistas estejam vindo para um curto periodo de tempo. Semanas, alguns meses, talvez. Então, quando os turistas vêm com bagagens cheias, com mais roupas do que normalmente se exige para a estadia, então a suspeita é imediatamente levantada. Se o inspetor encontra no compartimento da bagagem um curriculum vitae, históricos escolares e cartas de recomendações para futuros empregadores, as suas dúvidas são elevadas. E é claro, se o "turista" com um bilhete de viagem único de vinda, nenhum dinheiro em mãos, chaves em suas posses que a marca de ferreiro de New York ou cartas de amor de seu namorado(a) americano(a), o caso não tem esperanças.

Um turista genuino deve possuir um bilhete de retôrno, dinheiro suficiente para ficar nos Estados Unidos, uma quantidade de roupa razoável para durar por um período limitado de tempo. Muitos possuem livros de turismos, máquinas fotográficas e reservas em hotéis. Então, se você é um turista de verdade, não se preocupe. A verdade irá prevalescer. Mas se você estiver meramente usando o visto de turista para entrar aos Estados Unidos a fim de viver aqui, esteja avisado. Você pode se encontrar de volta para casa antes do que você pensava e arriscar as suas chances de legitimamente imigrar para os Estados Unidos.

Observação: Um visto de turista só pode ser prorrogado uma vez, por um período de seis meses, e não mais. Cuidado com pessoas que não são advogados, tentando convencê-lo a prorrogar o visto uma segunda vez. Se você faz isso, a aplicação será negado e você vai definitivamente ter muita dificuldade em voltar para os EUA.

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CRÍTICAS CONTRA OS IMIGRANTES

CRÍTICAS CONTRA OS IMIGRANTES

É sempre o mesmo. Abre-se o jornal e lá aparece algum político ou um grupo anti-imigrante apoiando uma lei contra os imigrantes. Argumentam com verdadeira convicção seus pontos de vista. Mas seus argumentos são realmente válidos? A maioria desses argumentos caem dentro da mesma ampla categoria. Apresento aqui os mitos mais comuns e a verdade dos fatos que os negam. 

Mito Nro. 1 – Os imigrantes tiram os trabalhos dos americanos.

Isto não é verdade e os fatos provam o contrário: os imigrantes geram empregos.Os imigrantes são as pessoas que têm mais probabilidade de trabalharem por conta própria e de estabelecerem novos negócios. São os imigrantes que estabelecem 18% dos pequenos novos negócios, contribuindo para até 80% o número de novos empregos disponíveis nos EUA anualmente. As companhias estrangeiras que operam nos EUA, empregam mais de 10% da força de trabalho industrial americana, ou seja, aproximadamente 2.2 milhões de americanos. Além disso, as 105 maiores empresas multinacionais que operam aqui, têm filiais americanas que são tão poderosas que se qualificariam para a lista da “Fortune 500”, somentecom base nos seus negócios internos.

Mito Nro. 2 – Há muitos imigrantes nos EUA.

Novamente não é verdade. Na realidade, apesar do número de imigrantes que vivem hoje nos EUA ser maior que nunca, ainda assim representa um percentual relativamente pequeno da população em relação ao todo. De acordo com o relatório do censo, o percentual de imigrantes em relação a população total tem diminuído. Até agora, nenhuma década tem ultrapassou as cifrasde 1901-1910, na aceitação de imigrantes.Além disso, mesmo queos EUA tenham um dos mais generosos programas de absorção para refugiados, menos de 1.5 % da população refugiada a nível mundial vive nos EUA.

Mito Nro. 3 – Os imigrantes são uma sobrecarga para a economia e para o governo americano.

Novamente os fatos reais indicam o contrário. Levantamentos oficiais mostram que os imigrantes, coletivamente,recebem $240 bilhões por ano, pagam $90 milhões em impostos e recebem 5 bilhões de assistência oficial, através dos programas do Welfare.Os novos imigrantes precisam provar quenão serão uma sobrecarga antes da admissão nos EUA. Comparado com a população nativa, o imigrante tem mais probabilidade de estar empregado, guardar dinheiro ecomeçar novos negócios. Imigrantes têm uma renda per capita um pouco mais alta que os nativos e uma renda familiar um pouco mais baixa. Mas seus níveis de renda aumentam com o tempo. Entre aqueles que entraram antes de 1980, a renda familiar média em 1989 era $35.733 (contra $30.176 dos nativos) e a renda per capita era $19.423 (contra $14.367 dos nativos). Imigrantes não-refugiados e em idade que lhes permita trabalhar são menos propensos ao Welfare do que os nativos.

Mito Nro. 4 – Imigrantes não desejam tornar-se parte da sociedade americana.

Isto é contrário a todas as evidências. Imigrantes são muito interessados em tornarem-se parte da nossa sociedade. Muitos avós e pais têm declarado que estão preocupados que as suas crianças estão assimilando a cultura americana muito rápido e estão esquecendo seus laços culturais.

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Incêndio destroi parcialmente o prédio do Bar e restaurante Paleio de Newark.

Um incêndio de grandes proporções destruiu completamente o último andar de um  prédio de tres andares, localizado no 326 Ferry Street, bairro do Ironbound de Newark-NJ, onde  no terréo funcionva o Paleio Bar and Grill. Nos andares superiores haviam apartamentos que abrigavam várias familias. O corpo de bombeiros foi chamado às 3:30 da tarde e quando chegaram, ja havia  chamas e muita fumaça  que cobria grande parte do ultimo andar, onde ainda haviam alguns moradores que acenavam em meio à fumaça, inclusive um bebê e  e alguns  animais de estimação. Houve tumulto e gritos de ansiedade e despero até que tres adultos, um bebê e um cachorro foram resgatados, pelas escadas externas disponibilizadas pelos bombeiros através da sacada. Infelizmente um morador reclama seus dois cachorrinhos que provavelmente morreram no incêndio. No total 31 pessoas ficaram desabrigadas. 

Este é um dia triste para todos os americanos, pelas  lembranças e respeito ao fatídico 11 de Setembro, ( 9/11). A tarde estava ensolarada e tranquila, até que o silêncio fosse interrompido pelo barulho das sirenes. O incêndio movimentou imprensa  e muitos moradores, que foram até o local, procurar por amigos que lá moravam ou apenas por curiosidade.

Por várias horas até o anoitecer, os bombeiros continuavam a jorrar água no local para se certificar de que o fogo estivesse totalmente extinto.

As causas do incêncio que começou no 3º andar, ainda são desconhecidas.

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Soccer Camp Falcão 12 faz sucesso em sua primeira edição em Newark

O Soccer Camp, um sério projeto voltado para a prática de futebol por  crianças e jovens,  aconteceu entre os dias  29 de agosto e 2 de setembro, apadrinhado pelo melhor jogador de futsal do mundo, o atleta Falcão.  Com praticas intensivas do futsal para o futebol de campo, o projeto foi idealizado pela agencia DS12 – Marketing Esportivo,  estabelecida  no Brasil  e que agora está trazendo  novos modelos de eventos esportivos para a região de Newark-NJ. Nesta primeira edição, o Soccer Camp contou com a presença ilustre do bicampeão mundial pela FIFA Vinicius Teixeira.

 

O projeto do empresário Bruno Vieira e diretor da DS12, que  está nos Estados Unidos desde abril pesquisando  mercados para identificar os melhores cenários na região para trazer  eventos esportivos em novos conceitos . Os detalhes foram fundamentais para este primeiro evento, desde a camisa personalizada  até o certificado de participação para cada criança,  resultaram em muitos comentários positivos por parte dos pais. A DS12 prevê um próximo evento como este para janeiro de 2017.  ((Os jovens foram treinados sob a coordenação de Cesar Cascardo, Marcelo Tripaldi e auxiliados por Gisele Corrêa, mais a participação de Vinicius, estrela mundial do futsal. ))

 

O primeiro Soccer Camp Falcão 12 teve como patrocinadores o Seabra Foods e  Boi na Brasa  Grill e no final , além da entrega dos certificados de participação, teve sorteio de camisetas da linha Oficial 12 e da camisa oficial de Falcão, o do melhor jogador do mundo.

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