Green Card através da Lei sobre Violência contra a Mulheres e Homens (VAWA)

Se você sofreu violência doméstica nas mãos de seu cidadão americano ou residente legal cônjuge, pai ou filho adulto pode apresentar uma auto-petição para obter residência legal nos EUA.
Você pode se qualificar se você foi vítima de qualquer ato ou ameaçados ato de violência, incluindo a detenção forçada, de que resulte ou ameaça resultar em dano físico ou mental, você tem sido fustigada por e sujeitas a extrema crueldade. Os atos de violência incluem abuso ou exploração sexual, incluindo estupro, molestação, incesto ou prostituição forçada.
De acordo com a Lei sobre Violência contra a Mulher (VAWA) aprovada pelo Congresso dos EUA em 1994, os pais, cônjuges e filhos de cidadãos dos Estados Unidos ou residentes legais permanentes (LPR) podem solicitar por si mesmos a residência permanente. As provisões de imigração dentro da VAWA permitem certos imigrantes que são vítimas de abuso dar entrada em uma petição de imigração sem a ajuda ou conhecimento do agressor, no sentido de buscar segurança e independência do mesmo.
Você pode peticionar por si mesmo dentro da classificação de visto para parente imediato ou patrocinado pela família se você:
  1. For, no momento, cônjuge ou filho ou pai de um cidadão dos EUA ou LPR abusivo;
  2. For elegível àquela categoria de imigrante com base nessa relação;
  3. Estiver residindo nos EUA no momento ou tenha residido no passado com o cidadão americano ou LPR abusivo;
  4. Tenha sido vítima de abuso ou sujeita à crueldade extrema perpetrada por:
Seu cônjuge cidadão americano ou LPR durante o casamento ou é mãe(pai) de uma criança que sofreu abuso ou foi sujeita à crueldade extrema perpetrada por um cônjuge cidadão americano ou LPR abusivo durante seu casamento;
  1. Seu pai (cidadão americano ou LPR) enquanto residiu com ele;
  2. For uma pessoas de bom caráter moral;
  3. For a pessoa cuja remoção ou deportação resultaria em dificuldade extrema para você ou seu filho, se você for um cônjuge; e
  4. Se voce for o cônjuge que tenha se casado com o cidadão americano ou LPR abusivo de boa fé.
Observação:  O divórcio ou separação legal do agressor APÓS o ingresso da petição junto ao USCIS não será a única base para a negação ou revogação de sua aprovação. Após a aprovação, da petição pelo USCIS, um novo casamento é permitido e NÃO afetará a elegibilidade para se tornar LPR ou ser base para a revogação da petição aprovada.

Para ser elegível, o cônjuge solicitante precisa:
  • Estar legalmente casado com o agressor (cidadão americano ou residente legal permanente). Uma petição pode ser submetida se o casamento foi terminado pela morte do cônjuge agressor até dois anos antes da entrada da petição. Uma petição pode também ser submetida se o casamento com o agressor foi encerrado até dois anos antes da entrada da petição por meio de divórcio baseado no abuso;
  • Ter sofrido abuso nos Estados Unidos, a menos que o cônjuge agressor seja funcionário do Governo dos EUA ou membro das Forças Armadas dos EUA;
  • Ter sido agredida ou submetida à crueldade extrema durante o casamento, ou ser mãe(pai) de uma criança vítima de abuso ou crueldade extrema por seu cônjuge cidadão americano ou residente legal permanente durante o casamento;
  • Ser pessoa de bom caráter moral;
  • Ter se casado em boa fé, não simplesmente para obter os benefícios da imigração.
Para ser elegível, a criança peticionaria deve se qualificar como filho do agressor na forma como “filho' está definido na INA para fins de imigração.
Para ser elegível, os pais peticionaria deve se qualificar como pai ou a mãe  do agressor na forma como “pai ou a mãe' está definido na INA para fins de imigração.
Sua petição pode ser submetida com qualquer evidência relevante para a elegibilidade. A determinação de qual evidência é relevante é de critério exclusivo do USCIS; portanto, encorajamos você a prover documentação que prove o abuso
 

Leia mais

Sann Rodrigues preso nos Estados Unidos agora a pedido da polícia brasileira

Apesar de pagar uma fiança de 200 mil dólares, na última sexta-feira, Sanderley Rodrigues de Vasconcelos foi preso novamente, desta vez por um pedido de Guilherme Helmer, chefe da Polícia Federal do Brazil. Sanderley Rodrigues, aka Sann Rodrigues foi detido e liberado em fevereiro de 2015 após entregar seu passaporte para evitar uma eventual fuga para os Estados Unidos. Ainda não se sabe como, mas Sanderley conseguiu voltar para os EUA e continuou proceguindo com a empresa Ifreex fazendo várias viagens internacionais. Em seu retorno da última viagem à Terra Santa Israel, Sanderley foi preso no desembarque do aeroporto em Newark,NJ acusado de fraude no departamento de imigração.
De acordo com o Associated Press, Camila Quinamo, mulher de Sann Rodrigues pagou em dinheiro a fiança de 200 mil dólares, mas os promotores impetraram um pedido para que não fosse aceito o dinheiro, pois ele não seria de origem lícita.

A vida de Sanderley Rodrigues está um verdadeiro inferno desde fevereiro deste ano, seus negócios desmoronaram levando o dinheiro de muita gente, e agora considerado fugitivo do Brasil, agora preso nos EUA.
Seu parceiro Carlos Wanzeller, tomou o rumo contrário fugindo para o Brasil quando foi pedido sua prisão nos EUA, viajando de carro até o Canadá onde embarcou para o Brasil, enquanto Jim Merril (presidente da Telexfree) se encontra em prisão domiciliar.

Precisamos ficar atentos com estas empresas de marketing multinível onde oferecem lucros acima do normal. A internet é um campo fértil para estelionatários aplicarem golpes cada vez mais requintados e atraentes.

Já está claro que Sanderley Rodrigues irá para a prisão por sua fraude na imigração, que pode ser de até 10 anos, somada a alguma condenação que tenha por sua participação na Telexfree, fechada em 2014 e uma eventual condenação pelo seu último golpe chamado Ifreex. Somente depois disso, seria deportado para cumprir alguma pena no Brasil.

Leia mais

Sanderley Rodrigues volta a ser preso por não conseguir provar fiança limpa

Aparentemente, Sanderley Rodrigues não conseguiu dinheiro limpo o suficiente para pagar os 200.000 (duzentos mil dólares) para cumprir prisão domiciliar enquanto aguarda julgamento.

No dia 8 de junho, em audiência na Corte Federal em Boston, a juiza, ordenou que Sanderley Rodrigues de Vasconcelos fique em custódia federal até que o réu prove que o dinheiro pago para a fiança é de origem honesta.
Bem sabemos que Sann Rodrigues construiu sua fortuna através de golpes na internet disfarçados de marketing multinível, desde 2006 sendo inclusive condenado pelo SEC e proibido de exercer qualquer atividade onde requisite entrada de dinheiro para investimento.

Sanderley Rodrigues de Vasconcellos estará sendo julgado por fraude na imigração americana, mas tudo leva a crer que ele será reu também no julgamento dos responsáveis pela Telexfree, um golpe que pode ter chegado a 1 bilhão de dólares e possivelmente por outro golpe, Ifreex.
Em seu último golpe, porém basicamente brasileiros cairam no conto. Cabe a justiça brasileira arrolar Sanderley e líderes abaixo dele que praticaram o golpe para que paguem pelos investimentos. Dorinha Leão, Dione Folador e Vilson Souza foram os principais ativistas do negócio no Brasil.

Em 2006, Sanderley Rodrigues, Camila Quinamo (esposa) e Tiago Quinamo (cunhado) foram condenados pelo crime de pirâmide financeira com o golpe Foneclube, depois disso, foram criados por Sanderley Phoneclub, Mix Phone Club, Gandia, ClubMaxi, 1clickday, todos eles fechados pela justiça ou simplesmente desapareceram.

Boston Court

Leia mais

O Golpe Ifreex por Sanderley Rodrigues

Sanderley Rodrigues de Vasconcelos (aka) Sann Rodrigues, responsável pelo golpe Ifreex, que atingiu basicamente os brasileiros, será ouvido na próxima segunda feira 22/06/2015 pela Corte Federal nos Estados Unidos sobre seu envolvimento com defraudações na obtenção de seu documento de residencia permanente no país.
De acordo com as acusações do HSI, Sanderley mentiu em sua aplicação assegurando que nunca havia morado nos Estados Unidos mesmo ele tendo sido processado e condenado culpado pelo estado de Massachusetts (SEC) em 2006 em seu envolvimento com a pirâmide financeira Foneclub.

Mentir em uma aplicação para obtenção do Green-Card é considerado uma ofensa grave, punida em até $250.000 e até 10 anos de reclusão em uma penitenciária federal, logo após o cumprimento da pena, o indivíduo é automaticamente deportado para seu país natal, embora na prática, é incomum que o condenado fique os 10 anos. Infelizmente, a acusação de fraudar documentos não é a única acusação que Sanderley Rodrigues irá sofrer, pois ele também já é réu no processo da Telexfree tendo seus bens bloqueados desde 2014 e seu mais recente golpe, a Ifreex.
No caso da Ifreex, quase em sua totalidade das vítimas é formada por brasileiros, que acreditaram na história contada por Sann Rodrigues, que existia um grupo de empresas multinacionais que lançariam alguns aplicativos que iriam substituir famosas apps como Whatsapp e Facebook. Ninguém nunca soube quem seria realmente esses empresários, Sanderley se posicionou como top divulgador e em todas as reuniões era o porta-voz das notícias do grupo.
Se passaram vários meses, e os aplicativos mostrados por Sanderley não causaram interesse geral, mas a promessa era dinheiro fácil.

Como uma pessoa consegue enganar tanta gente, por tanto tempo ?

Na verdade, Sanderley era apenas o criador do golpe, mas quem realmente recrutavam vítimas eram os chamados divulgadores e top-líderes que frequentemente realizavam reuniões e conferências para atrair pessoas. Dorinha Leão, Dione Folador, Vilson Souza, Marcio Gonçalves, Raul Brito, Geter Mello eram apenas alguns que,  usavam cartões pré-pagos com depósitos feitos por Sann Rodrigues para iludir e aliciar vítimas com a promessa de que “Está pagando !”, efetuando saques em caixas eletronicos por todo o país. Em uma destas apresentações, em Paulinea (SP) Sannderley chegou a ser detido, mas depois liberado após a retençao de seu passaporte e a proibição de que não poderia sair do país. Mesmo assim, fugiu do Brasil, provavelmente pela rota inversa de seu “socio-de-gaveta” Carlos Wanzeller, que está foragido dos Estados Unidos vivendo no Brasil.
“Os divulgadores estão para as pirâmides, assim como os traficantes estão para o fabricante de drogas. Eles tem muito pouco, ou nenhum conhecimento da procedência, mas são responsáveis pela distribuição”.
Logo após a prisão de Sann Rodrigues nos Estados Unidos, o castelo ruiu, o site oficial da empresa saiu do ar, e os aplicativos sumiram das lojas Google-Play e Apple.

Programadores responsáveis pela criação da página, aplicativos e slides de conferência também serão também processados e presos caso haja uma condenação, como aconteceu com Madoff, podendo ficar até 20 anos em reclusão. Mas isto ainda está muito longe, pois outros processos ainda virão.

Sanderley Rodrigues de Vasconcelos, que após pagar fiança de 200 mil dólares, está em prisão domiciliar sem acesso à internet e será ouvido novamente pela corte de Massachusetts no próximo dia 22 de Junho em Boston.

Court detention hearing

Leia mais

Uber sofre pressão na Califórnia e pode pudar planos da compania

Esta semana a UBER, dona do aplicativo móbil, onde qualquer motorista com bons antecedentes pode oferecer transporte ao público sofreu uma afronta na Califórnia.

Afronta esta, que pode significar mudança geral nos planos da grande empresa. O Departamento de Labor quer que o motorista associado à empresa UBER esteja nos livros da compania um empregado, gerando assim encargos trabalhistas à todos os motoristas que usam o serviço.

No modelo de negócios da empresa, o motorista é um indivíduo independente e se por ventura a empresa tiver que pagar os encargos trabalhistas, as implicações seriam devastadoras. Uma pesquisa independente mostrou que 38% dos motoristas associados com a UBER trabalham hoje exclusivamente transportando passageiros.
UBER irá apelar em corte, mas esta ação já abre precedentes para outras empresas que utilizam de transporte solidário para alimentar seus negócios.

O aplicativo Uber pode ser instalado em qualquer smartphone e permite que motoristas e passageiros possam se comunicar muito rapidamente em pequenas rotas tornando as corridas mais baratas e ágeis.

Uma outra notícia para motoristas, é que a Amazon.com está pensando em disponibilizar um aplicativo para que motoristas possam fazer entregas de mercadorias para a empresa, uma vez que esteja em sua rota, aumentando a agilidade e eficiência de entrega de produtos comprados pela internet.

Leia mais

Videos