Perguntas & Respostas sobre a falência

Cada pessoa alcança uma decisão para solicitar o pedido de bancarrota/falência por diferentes razões. Alguns tiveram falhas em seus negócios, outros perderam os seus empregos ou passaram por um período de dificuldade física ou emocional. Permanências em hospitais podem ser muito dispendiosas. Contas médicas podem se somar em muitas centenas de milhares de dólares. Parece que não existe lugar para onde ir. Ainda assim, existe. As leis de bancarrota/falência dos Estados Unidos estão fazendo isso possivel para as pessoas se livrarem de dívidas não desejadas e iniciarem uma nova vida, deixando os seus mais perplexos problemas para trás.

Para algumas pessoas, submeter um pedido de bancarrota/falência, irá dar-lhes um suspiro de alívio pelo qual eles estariam procurando. A bancarrota resulta na concessão de uma reabilitação de dívidas para um indivíduo ou um casal. A reabilitação é um perdão de responsabilidade pessoal por dívidas que incorreram anteriores à submissão do caso.

Com poucas execeções, imediatamente mediante ao pedido, os credores são proibidos de acionar um devedor, obter um julgamento ou cobrar por dívidas que tenham sido reabilitadas e não terão declarações no futuro rendimento de bens de um indivíduo que tenha solicitado pela solução de bancarrota/falência como um devedor.

Perguntas & Respostas sobre a falência

P: Qual o significado do termo “falência”?

R: Falência é o caminho previsto em lei que dá às pessoas ou negócios (pessoas físicas ou jurídicas), que gastaram mais do que podiam pagar no momento em que estão sendo cobrados (devedor), a possibilidade de estudarem um plano de pagamento de seus débitos, de forma a repor o dinheiro gasto a maior, conforme previsto nos Capítulos 11,12 ou 13 ou, então, de quitarem a maioria das suas dívidas (quitação), como nos casos previstos no Capítulo 7.

P: Quem pode ajuizar uma ação com base no Capítulo 7 de Falência?

R: Qualquer pessoa, sociedade de sócios, sociedade por ações ou negócios pode requerer falência.

P: O que significa, exatamente, “Capítulo 7 de Falência”?

R: O Capítulo 7 do Código de Falências dos Estados Unidos é o Capítulo de " liquidação" do Código de Falência. Os advogados, algumas vezes, referem-se a esse Capítulo como uma " falëncia direta". E usado, principalmente, por indivíduos que desejam livrar-se de seus débitos de uma forma simples e barata, e/ou por firmas a serem liquidadas e extintas.

P: Terei que abrir mão de alguma propriedade em favor de meus credores?

R: A maioria dos requerentes consegue a quitação de todos ou, pelo menos, da maior parte de seus débitos (liquidação dos débitos) sem precisar se desfazer dos bens que possuem. Tal fato ocorre porque as leis, tanto federais como estaduais, concedem algumas isenções às propriedades. Como bens isentos, conforme exposto abaixo, incluem-se utilitários do lar e pertences pessoais, cuja propriedade, apesar da falência, você nao perderá.

P: Alguns de meus débitos podem não ser passíveis de liquidação?

R: Com relação a débitos não liquidáveis, o Código de Falência determina que a liquidação não se aplica a certos tipos de débitos. Sua especificação vai depender do Capítulo que serviu de fundamentação para sua petição de falência. Nele vão estar determinados quais dos seus débitos não podem ser, efetivamente, liquidados.

No caso do Capítulo 7, dezoito categorias de débitos estão excluídos da possibilidade de obterem quitação. Para tomar conhecimento de toda lista, basta verificar a seção 523(a) do Código de Falência. A maioria dos débitos é excluída da possibilidade de quitação sem que seja necessário qualquer tipo de ação do credor. Dentre as exclusões que surgem com mais frequência encontram-se os seguintes débitos :

(1) maioria dos débitos de imposto;

(2) pensão alimentícia e obrigações relativas ao sustento de crianca e,

(3) empréstimos de estudante (exceto para aqueles cujo reembolso implique num sofrimento excessivo para o devedor ou para seus/suas dependentes).

Por outro lado, alguns débitos são excluídos da possibilidade de quitação, somente se o credor, dentro do prazo, ajuizar uma ação para obter a declaração de que o referido débito é excluído da possibilidade de quitação e a Corte acatar o pedido e emitir uma declaração com esse efeito. Incluem-se neste caso:

(1) débitos originários de fraude ou representação falsa;

(2) débitos por fraude, apropriação indébita (furto) ou gestão indevida de recursos que o devedor possuia como procurador ou depositário.

(3) débitos decorrentes de injuria intencional e maliciosa e,

(4) em alguns casos, débitos para com o companheiro ou com cônjuge, originários de divórcio ou separação.

Nos casos previstos no Capítulo 13, a lista de exclusão é bem menor que no Capítulo 7. A quitação contida no Capítulo 13 não excepciona pensão alimentícia e obrigaçõees relacionadas ao sustento de crianca, débitos decorrentes de empréstimos de estudante, certos débitos de financiamento, obrigações criminais de restituição, e débitos por injúria ou morte por dirigir embriagado. Se o devedor(a) honra com sua obrigação e cumpre todo seu plano de pagamento, a Corte acata a quitação desses debitos da mesma forma que o faz com todos os demais.

 

P: O que significa “ Capítulo 13 de Falência”?

R: O Capítulo 13 refere-se à compensação de débito feita por indivíduos - inclusive pelos que operam negócios na qualidade de único sócio proprietario da firma -, que têm receita regular, cujo débito garantido não ultrapassa US$ 1,081,400.00e o débito sem garantia o valor de US$ 360,475.00 (ambos valores estão sujeitos à alteração). O Capítulo 13 não pode ser utilizado por sociedades de ações ou sociedades de sócios. Normalmente, o Capitulo 13 permite que os indivíduos conservem suas propriedades, pagando seus credores sem comprometer suas receitas futuras.

Nesse Capítulo, o devedor propõe um plano de pagamento a seus credores, plano esse que deverá ser aprovado pela Corte. O devedor paga a quantia exigida no plano ao administrador do Capitulo 13, que distribui os recursos que lhe são entregues pelo devedor mediante uma pequena remuneração. O devedor do Capitulo 13 recebe a quitação da maioria de seus débitos, depois do completar o pagamento dos débitos apontados no plano. O plano pode ter duração de três a cinco anos.

P: Em que circunstâncias o Capítulo 13 é uma alternativa melhor que o Capítulo 7?

R: Em algumas situações o Capítulo 13 é uma alternativa melhor que a do Capítulo 7. O Capítulo 13 de Falência, normalmente, serve para pessoas que têm um renda muito elevada e não podem se enquadrar no Capítulo 7 de Falência ou, então, para pessoas que têm um tipo de dívida não passível de liquidação no Capítulo 7 (ex.: algum tipo de imposto). A maioria das pessoas baseia seu pedido no Capítulo 13 porque estão atrasados na amortização de suas hipotecas ou nos pagamentos de negócios feitos, e estão tentando evitar sua anulação. O Capítulo 13 de Falência irá permiti-los efetivar os pagamentos já vencidos e restaurar o acordo original. E ainda, se o devedor possui propriedades valiosas que não se incluem dentre as excluídas por lei, e quer conservá-las, o Capítulo 13 pode ser, para ele, uma opção melhor.

De qualquer forma, para a maioria dos indivíduos que simplesmente quer eliminar sua carga pesada de débitos, sem pagar nenhum débito vencido, o Capítulo 7 apresenta-se com a escolha mais satisfatória.

P: O pedido de Falência impede a ação de cobradores?

R: Sim. Quando você pede falência, a lei federal impõe uma “paralisação automática”, que irá impedir seus credores de agirem contra você para cobrança de débitos - neles incluindo-se débitos fiscais e débitos decorrentes de decisões judiciais -, enquanto perdurar o processo de falência. Assim, se você foi intimado por um de seus credores para comparecer à Corte em virtude do não pagametno de uma dívida, o pedido de falência paralizará esse processo.

Qualquer tipo de ganhos adicionais ou esforços para retomadas, da mesma forma, ficam paralisados em virtude do processo de falência. No entretanto, quando a falência termina, o credor, portador de um título que não tenha sido quitado, pode prosseguir com sua cobrança. E ainda, sob algumas circunstâncias, um credor garantido pode realizar, durante o processo de falência, a garantia que ele tem na massa falida, mas somente poderá fazê-lo mediante uma petição à Corte e após obter aprovação da Corte de Falência.

P: Em que prazo meus credores passam a tomar conhecimento da minha falência?

R: Um mês após ter sido ajuizada o seu pedido de falência, o escrevente da Corte de Falência notificará os credores sobre o processo. A paralização automática, imediatamente, começa a ter efeito. Enquanto os credores são notificados, é necessário que você os informe o número do processo e a data da sua falência. Uma vez tenham sido notificados, os credores devem parar de agir contra você, sob pena de sujeitarem-se às sanções da Corte. A lei é muito benéfica para a maioria das pessoas. Uma vez distribuído o pedido de falência, passa esse momento a ser a última vez que você tem contato com seus credores inseguros.

P: Durante o processo de falência tenho que continuar a pagar minhas contas?

R: Em geral, a resposta é não. Para bens garantidos, como o caso do seu carro financiado, ou decsuas casas hipotecadas, se você pretende manter esses haveres, deverá continuar a efetivar os referidos pagamentos. Deverá parar de efetivar o pagamento de todos os outros débitos anteriores à falência, tais como, débitos de cartões de crédito

P: Qual a duração de um processo de falência?

R: Para um caso típico do Capítulo 7, a quitação de seus débitos, normalmente, irá durar um período aproximado de 4-6 meses. Na hipótese do Capítulo 13, em torno de 3-5 anos.

P: Como posso saber o momento certo para requerer minha falência?

R: Se os seus credores estão lhe pressionando em bases normais; se foi processado por um credor; ou, sequestraram seu ativo ou seu salário e você está com um débito acima das suas possibilidades, então, você está pronto para pedir falência.

P: É aconselhável contratar, ao invés de um advogado, uma pessoa que costuma preparar petições de falência para me ajudar a processar o meu pedido?

R: Não. Essas pessoas não estão licenciadas e nem estão reguladas pela associação de classe, assim, você não tem como checar a qualificação e conhecimento da pessoa com quem você está negociando. Elas não podem lhe dar uma orientação legal, cobram em torno de US$ 150 a US$ 250,00 somente para datilografar uma petição, além de não poderem se apresentar perante a Corte. Certamente você estará muito melhor assessorado por um advogado do que sem ele, o que é, sem dúvida, seria uma forma arriscada de proceder.

P: Vou perder meu carro e minha casa?

R: Desde que você continue a manter em dia seus pagamentos referentes ao empréstimo que garante a propriedade, não haverá problema em você conservar sua casa ou seu carro, mesmo depois de ter sido concluído o procedimento de falência. Você pode formalmente reafirmar seu débito (abaixo,maiores informações a respeito). Essa acordo de cofirmação de débito, então, deve ser processado e aprovado pela Corte.

P: A falência vai acabar com o meu crédito?

R: Muito embora o registro do processo de falência possa, tecnicamente, permanecer no seu cadastro de crédito por mais de dez anos, normalmente, procedendo o pagamentos no prazo após sua falência, você recupera um bom patamar de crédito em dois anos de sua liquidação.

Muitas vezes, a falência pode, na verdade, ajudar para elevar o valor de seu limite de crédito, eis que, quitando seus débitos em grande escala, eleva a média de seus débitos, um dos critérios mais utilizados pelos credores para decidir sua capacidade creditícia ( veja abaixo). De fato, muitas pessoas informam que recebem uma profusão de cartões de créditos pré-aprovados depois de passadas poucas semanas da liquidação da falência.

P: Posso manter alguma conta atual de cartão de crédito?

R: Uma conta de cartão de crédito com um movimento zero não pode ser considerada, tecnicamente, como um crédito, portanto, não pode ser liquidada em falência. Muitas vezes esses credores vão permitir que você mantenha o crédito com eles.

Se você tem um balanço excelente quando entra com o pedido de falência, você ainda pode conservar sua conta. Para tanto, você, normalmente, deve concordar com os credores com o pagamento do valor total apontado no balançao. Uma vez feito o acordo ( acordo de confirmação) com o credor, você precisa, então, processar o referido acordo de confirmação e obter a aprovação da Corte.

P: Será que meu processo vai se tornar público, ou seja, do conhecimento de todos?

R: Não, a menos que você fale para as pessoas, ou se forem, por curiosidade, checar em registros públicos. Os processos de falência, normalmente, não são publicados em jornais, por esse motivo, os únicos que usualmente descobrem que você é um falido são os credores, cujos débitos você discriminou na petição, ou aqueles para quem você solicitou crédito.

P: Posso ser despedido por ter ajuizado um pedido de falência?

R: Não, seu empregador, caso descubra sua falência, não poderá despedí-lo, eis que é contra lei federal discriminar alguém por ter pedido falência.

P: Que procedimento vem após o pedido de falência?

R: Primeiro você completa os pedidos. Trinta a quarenta dias após processar o pedido, você é obrigado a comparecer ao “ Primeiro Encontro de Credores” ou “ Seção 341 (a) - Exames.”

Nesse encontro, é dado aos credores a oportunidade de fazer perguntas a você. Essa audiência não é feita com a presença de Juiz, somente dos curador responsável pelo seu caso. Entretanto, na maioria dos casos em que a massa falida “ não tem haveres”, raramente os credores comparecem a essa audiência. Geralmente ocorre numa sala cheia de outros processos e os questionamentos feitos pelos curadores são muito limitados, por estarem sempre pressionados pelo tempo. Na maioria dos casos, você consegue a liquidação final de seus débito no prazo de 4-6 meses contados da data do processamento de seu pedido de falência.

P: Posso cancelar meus cartões de crédito um pouco antes de pedir falência?

R: Não. Cancelar seus cartões de crédito um pouco antes de pedir falência pode caracterizar fraude aos credores e fazer com que seus débitos não possam ser liquidados, além de sujeitá-lo a uma penalidade.

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Decisão da Suprema Corte poderia afetar milhões que estão aqui ilegalmente

WASHINGTON - A intensa luta política, a qual afeta milhões de pessoas que estão vivendo nos Estados Unidos ilegalmente, chegará ao Supremo Tribunal na segunda-feira. 

O tribunal decidirá o destino das ordens executivas de Obama; as quais protegerão mais de 4 milhões de pessoas da deportação e permitir-lhes-ão o direito de obter um emprego legalmente. Com esta decisão, milhões de pessoas não só poderão trabalhar legalmente nos EUA, mas também terão direito de obter um cartão de seguro social e até possivelmente viajar para fora dos EUA. 

Roberto Silva, um imigrante brasileiro, vivendo nos EUA há mais de 15 anos disse: “Eu necessito de um cartão de seguro social e de uma autorização de trabalho, pois preciso cuidar da minha esposa e dos meus 3 filhos nascidos nos EUA. O meu filho mais novo é autista e precisa de uma escola especial; a qual não temos condições financeiras de pagar. Estamos lutando uma batalha quase que perdida se atentarmos para a quantidade de dinheiro que recebo bem como,  para o fato de que a minha esposa não pode trabalhar, ela precisa cuidar dos nossos filhos. Nossas vidas estão em constante estresse” disse Silva. 

A ordem executiva, a qual foi pronunciada pelo presidente Barack Obama em novembro de 2014, aplica-se aos pais de crianças que são cidadadões Americanos ou residentes legais. A ordem também alcançará o programa “DACA”. Programa este, criado pelo Presidente Obama em 2012. Mais de 700.000 jovens se beneficiariam deste programa chamado: “Ação Deferida para a Infância chegada”.  

Texas e 25 outros estados entraram com demandas judiciais para impedir o novo plano; tão logo o mesmo tinha sido anunciado. Os tribunais federais decidiram à favor destes estados. O programa mal havia começado quando foi interrompido. Agora cabe ao Supremo Tribunal fazer a decisão final de um problema crucial da imigração. 

Republicanos dizem que Obama está abusando do poder para ”decretar que milhões de pessoas possam viver , trabalhar e receber benefícios neste país, mesmo quando as leis claramente proíbem-os de fazê-lo.“ 

Por outro lado, a administração e a imigração defendem que as ordens de imigração não são sem precedentes e nem mesmo incomuns. Em vez disso, eles dizem que a ordem executiva de Obama foi construída sobre os esforços de ambos os partidos, Democratas e Republicanos, para que usassem de cautela ao decidir quem deportar. 

Moses Apsan, advogado de imigração e ex-presidente da Associação Federal da ordem dos advogados, afirmou que ”o debate assumiu um temperamento partidária pesado, republicanos repetidamente descrevem Obama como imprudente e abusador de seus poderes executivos. Esta opinião é falsa. Obama não só agiu legalmente, mas a ordem é o que o nosso país precisa. A questão da imigração ilegal tem frustrado o Congresso por décadas, e não há nenhuma indicação de que os legisladores poderão estabelecer um plano prático tão cedo.

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FALSAS REIVINDICAÇÕES PARA CIDADANIA AMERICANA

Uma provisão pouca conhecida na lei de imigração pode ter efeitos extremamente devastadores para indivíduos que reivindicam falsamente que são cidadãos americanos.

O Ato de Responsabilidade do Imigrante e Reforma da Imigração Ilegal de 1996 (IIRAIRA) criou a § 237(A)(3)(D) dentro do Ato de Naturalização e Imigração (INA), que afirma:

Qualquer estrangeiro que declarar falsamente ou que tem declarado falsamente, por ele mesmo, alegando ser um cidadão dos Estados Unidos para qualquer finalidade ou benefício sob este ato…ou qualquer lei federal ou estadual, está sujeito a deportação.

Esta lei afeta qualquer indivíduo, que após 30 de Setembro de 1996, declarar por si mesmo que é cidadão americano. Não somente um indivíduo que já está nos EUA pode ser deportado sob esta provisão, mas uma provisão complementar no INA também exclui um imigrante em potencial de obter o Green card.

Reivindicar cidadania pode ocorrer de várias maneiras. Jovens adultos que desejam ingressar na universidade podem afirmar que são  cidadãos americanos no momento da aplicação para a universidade. Uma vez que isso acontece, a mentira continua nos seus registros escolares. Finalmente, depois da graduação a pessoa aplica para um trabalho. Desde 1996, cada empregador deve preencher o formulário de Verificação da Eligibilidade do Emprego quando admite um funcionário, tanto para um cidadão americano quanto  para um cidadão estrangeiro. Este formulário chama-se I-9. Para preenchê-lo adequadamente o novo funcionário deve determinar se é um cidadão americano, um residente permanente, ou um estrangeiro com autorização de trabalho temporário emitida pelo Serviço de Imigração e Naturalização.

Se esta declaração falsa foi feita depois de 30 de Setembro de 1996, ele/ela pode ser deportado dos Estados Unidos. Pior, mesmo se esta pessoa for casada com um cidadão americano e tem filhos cidadãos americanos, qualquer pedido para o Green card seria negado baseado em declaração falsa. No momento da entrevista para o Green card, um oficial do INS ou um oficial consular poderia facilmente indagar se tal declaração falsa foi feita ou não. A maioria das solicitações para vistos de imigrante pede informações sobre os últimos cinco anos de trabalho. Se o solicitante estava ilegal durante tal período, o oficial poderia investigar como a pessoa estava apta para trabalhar nos EUA, e  requerer do solicitante a apresentação do formulário de Verificação de Eligibilidade do Emprego (I-9) do seu/sua empregador como uma condição para aprovar o caso.

Não há absolutamente nenhum perdão para esta base de inadmissíbilidade e deportação. Muitas famílias têm sido devastadas devido a esta lei. Esteja avisado!

Para mais informações de imigração siga este link:

Dr. Moises

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Sann Rodrigues top lider da Telexfree e Ifreex esta preso novamente

Sanderley Rodrigues, ex top-lider da Telexfree e vários outros esquemas de pirâmide como Ifreex, 1clickday e DFRF foi preso novamente por violar uma ordem judicial de congelamento de seus bens.

Esta semana o juiz Nathaniel M. Gorton solicitou que o até então preso domiciliar Sanderley Rodrigues volte a ser preso em uma penitenciaria por não cumprir com as solicitações de devolução do dinheiro movimentado enquanto estava sob congelamento de seus bens.

Ha menos de um mês, Sann Rodrigues lançou uma série de vídeos no youtube dizendo que iria realizar seminários e palestras motivacionais para angariar fundos para que possa, a partir deles usar 20% para pagamento de sua dívida com o estado. Pelo jeito, não deu certo. O pedido foi negado e Sanderley já está atrás das grades, agora por um tempo indeterminado.

A prisão de Sanderley, vem na pior hora possível, onde os ex divulgadores da Telexfree estão sendo chamados para um "clawback", isto é, a devolução do dinheiro recebido como bonificação pela empresa. Talvez ele use o tempo na prisão para escrever contos e histórias, mas duvido que alguém iria pagar alguma coisa para receber dicas motivacionais de uma pessoa presa por tantos crimes. A justiça nos Estados Unidos não brinca.

Até quando Sanderley vai ficar preso, ninguém sabe, mas possivelmente não sairá mais dela. Alguns criminalistas já apostam que ele pode pegar 20 anos de cadeia e quando sair, que seja deportado imediatamente, pois cometeu também crime no departamento de imigração. Outros já apostam que Sanderley Rodrigues pode ficar até 60 anos preso, lembrando o caso de Bernard Madoff em um esquema semelhante, foi condenado a mais de 150 anos de cadeia.

Acho que chegou a hora da verdade. Sanderley, não serve de exemplo para ninguém, se já não foi esquecido, vai ser. Certamente será lembrado como o bobo-da-corte que achou que o dinheiro compra tudo.

Dura lex, sed lex.

Link para Sanderley Mugshot
https://www.vinelink.com/vinelink/detailsAction.do?siteId=10000&agency=52&searchType=offender&id=1665989

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Sann Rodrigues pode voltar para cadeia a qualquer momento

De acordo com o site BehindMlm, Sanderley Rodrigues de Vasconcelos está com os dias contados em liberdade vigiada. A prazo de 15 de janeiro para que Sann Rodrigues devolva ao estado, a quantia que retirou de suas contas bancárias enquanto estavam congeladas. Sanderley tentou argumentar que não falava inglês, por isso não havia entendido que não poderia fazer transações financeiras. Este argumento foi imediatamente refutado por testemunhas, inclusive por seu gerente de banco.

O prazo estipulado para a devolução dos valores foi dia 15 de janeiro, mas no dia 14, Sanderley fez uma proposta que pagaria o montante estipulado em parcelas mensais, e que o dinheiro viria de palestras motivacionais e venda de livros.

Não acho que uma pessoa que está envolvida em vários crimes, como lavagem de dinheiro, fraude de imigração, pirâmide financeira e que está preso em cárcere domiciliar tem bagagem para dar cursos ensinando técnicas de como ficar milionário.

Acho que chegou a hora de este senhor parar de rir da justiça americana e começar a pagar pelos seus atos.

Sanderley é acusado de envolvimento com Telexfree, Ifreex, DFRF e outras pirâmides, além de fraude no sistema de imigração americano.

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